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domingo, 9 de março de 2014

Senador Pedro Simon gasta R$ 62 mil com implantes dentários pagos pelo Senado

O senador gaúcho Pedro Simon (PMDB) gastou R$ 62,7 mil com implantes dentários, valor pago pelo Senado Federal. A informação foi revelada pelo jornalO Estado de São Paulo neste domingo. Os implantes foram realizados em 2012 e ressarcidos pelos cofres públicos. O Estado informou que alguns senadores chegam a gastar até R$ 70 mil por tratamento dentário.
Crédito: José Cruz/ABr
Crédito: José Cruz/ABr
Ao Estadão, o senador apresentou a seguinte justificativa: “Fiz para aquele ano e com pedaço (da cota) do ano seguinte, em duas parcelas”. E completou: “Digo mais: foi feito a esse preço porque chorei, chorei e foi um preço bem menor. O valor inicial era coisa de R$ 80 mil a R$ 85 mil.”
A reportagem da Rádio Gaúcha telefonou ao senador Pedro Simon na tarde deste domingo, mas ninguém atendeu as ligações.
O plano de saúde do Senado é vitalício. E não paga apenas despesas de parlamentares. Estão incluídos também ex-senadores e dependentes como filhos, enteados e cônjuges. Para usufruí-lo, o senador não precisa fazer nenhuma contribuição – basta que tenha exercido o cargo por 180 dias ininterruptos.
O plano do Senado estabelece um limite anual de R$ 25,9 mil para gastos odontológicos. No entanto, a reportagem do Estadão teve acesso a documentos que apontam que a Casa tem pago valores que extrapolam de longe esses limites.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Senadores entregam a cabeça do Congresso a Gilmar Mendes

Senadores apoiam suspensão do trâmite de projeto que limita criação de partidos

Débora Zampier Repórter da Agência Brasil
Brasília – Senadores da oposição se reuniram hoje (30) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes para apoiar a suspensão do projeto que inibe a criação de novos partidos. Mendes deu a liminar na semana passada ao analisar mandado de segurança do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
O encontro ocorre um dia depois de Mendes receber em sua casa os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). A reunião de hoje foi no gabinete do ministro no STF, e os parlamentares falaram com jornalistas antes de deixar o Tribunal.
Segundo Pedro Taques (PDT-MT), os senadores não agradeceram o ministro “porque não se agradece decisões judiciais”, mas informaram que vários parlamentares concordaram com a decisão. Para Taques, o Supremo está “colocando o Congresso Nacional nos eixos”, pois o processo legislativo precisa respeitar o direito das minorias.
“Esse arremedo de processo legislativo, esse pseudoprocesso legislativo é uma farsa porque não se deu oportunidade para os parlamentares exercerem seu direito público subjetivo de debater um tema como esse, um tema casuístico”, disse Taques. Já o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) declarou que a ação do STF é necessária porque o projeto representa um “constrangimento”, inclusive para os parlamentares da maioria.
Álvaro Dias (PSDB-PR) acredita que o Legislativo e o Judiciário não estão em crise. “Preferimos que os impasses do Legislativo sejam resolvidos no âmbito do Parlamento, mas neste caso havia urgência”. O senador também disse que as tentativas do Congresso de limitar os poderes do Supremo são “uma espécie de revide daqueles que estão magoados com decisões recentes, o julgamento do mensalão por exemplo”.
Autor do mandado de segurança, Rollemberg declarou que o ministro Gilmar Mendes vai pedir informações ao Senado e encaminhar o assunto para manifestação da Procuradoria-Geral da República antes de levar o assunto ao plenário, o que deve ocorrer em maio.
Também participaram da reunião os senadores Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Pedro Simon (PMDB-RS), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Ruben Figueiró (PSDB-MS) e a senadora Ana Amélia (PP-RS).

Edição: Aécio Amado

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Pedro Simon: o franciscano de araque

O Senador Pedro Simon está encerrando sua vida pública de modo constrangedor. Além de passar todo o governo Yeda se fazendo de cego e surdo às denúncias de corrupção e atacar apenas o Governo Lula, o falastrão anunciou apoio à Dilma, depois à Marina e acabou acompahando seu (re)partido no apoio a Serra. Que coerência não era o forte do sujeito já se percebia. O último capítulo, porém, foi a solicitação de pensão como ex-governador, vinte anos após deixar o cargo. A página do Senado Federal publciou matéria quando foi admitido na Ordem Terceira de São Francisco, no ano de 2000. Na ocasião, Simon se auto-elogiava por ter passado os bens para os filhos e as irmãs e por não receber a pensão de ex-governador, porque, segundo ele, não precisava.
Pois a adesão de Simon à vida simples acabou dez anos depois de sua conversão. Agora, justifica sua adesão ao grupo dos pensionistas porque está "brigando com a mulher" e não consegue manter a casa.
Perdoarei o Pedro Simon se, em vez de ele manter o voto de pobreza, fizer um voto de silêncio.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

videVERSUS: choro de peemedebista

Simon estralhaçou o PMDB do Rio Grande do Sul, pediu demissão e foi para casa 
O senador Pedro Simon foi o grande artífice de monumental destruição do PMDB no Rio Grande do Sul. Ele presidiu o partido até domingo. Antes disso, fez todas as manobras política erradas possíveis. E se mostrou o mais errático possível. Em uma hora dizia que apoiava Dilma Rousseff. Em outra hora declarava o apoio para Marina Silva. Ou seja, até parece que havia método em seu erratismo, que o mesmo era deliberado. No domingo, depois de constatação do monumental fracasso eleitoral do partido, ele anunciou placidamente a sua renúncia ao cargo de presidente do Partido no Estado.

Antes disso, saboreou, é claro, o prazer de haver promovido nas urnas a derrota na campanha de reeleição do deputado federal Eliseu Padilha, seu maior contestador dentro do partido. Padilha foi miseravelmente enganado por dirigentes municipais do PMDB no Rio Grande do Sul, afinados com Pedro Simon e seus acólitos, que lhe prometeram um apoio que desapareceu na contagem das urnas. Essa foi a "vingança do turco". Pedro Simon, há mais de 20 anos, desdobra-se em elogios para o PT, e tem especial predileção por Tarso Genro entre os políticos petistas do Rio Grande do Sul. Ele se retira da presidência do partido deixando ao relento um exército de seguidores que ficam sem ter o que fazer, nem a quem seguir. É a derrocada total. Os que restam com mandatos no PMDB serão facilmente recrutados pelo petista Tarso Genro, em troca de "uns carguinhos" no governo estadual, em uma reedição da "política do Busatto" 

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Salve-se quem puder

Tá ficando pequeno o palanque do Serra. Em vários lugares, não haverá encerramento da campanha tucana, a campanha encerrou há muito tempo.
Em se tratando de Pedro Simon, há uma tentativa de dar sobrevida às candidaturas que ele articulou e que estão indo à bancarrota. Além disso,  senador está dando a sua contribuição para tentar empurrar a eleição para o segundo turno.
De Serrista envergonhado a apoiador de DIlma, Simon, agora, marinou. É muita decadência. A velha raposa da política tá virada num guapeca veio.
Se os prognósticos se confirmarem, os dois príncipes da embromação política do Rio Grande do Sul, Rigotto e Fogaça, vão dar com os burros n'água. O próximo, em 2014, será o rei: Pedro Simon.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Quousque tandem abutere, Simon, patientia nostra

Fiador da permanência do PMDB no Governo Yeda e mentor da "neutralidade ativa", Simon resolveu chamar o voto "Dilma e Fogaça". Incapaz de comentar a crise no Banrisul, que envolve o governo que ele apoia e um órgão para o qual ele indicou o presidente, Simon prega o voto em Dilma alegando que "Tarso nem representa o PT". E Fogaça? O que representa?
Os peemedebistas se debatem com um crise impossível de pensar antes do início da campanha. O discurso da "pacificação" e do "fica o que tá bom, muda o que não tá" não cola mais. O único aliado do PMDB não aguenta mais, os prefeitos já debandaram... Para não morrer abraçado ao Serra, Simon resolve abrir apoio a Dilma como forma de criar um fato novo na cambaleante candidatura de seu pupilo.
A que ponto chegou o mais festejado dos decanos da política riograndense. Repete o que sempre condenou na cúpula do "MDB", vai para o lado de quem vence.
Até quando Simon abusará de nossa paciência?

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Simon é o rei do Pequeno Príncipe

O inspirador do Senador Simon
Em "O Pequeno Príncipe", o personagem central encontra um rei que só ordenava o que as pessoas queriam fazer. É o caso do Senador Simon que "liberou os filiados a escolherem seus candidatos na disputa presidencial".
Os prefeitos do PMDB já estão se liberando a muito tempo, apoiando Dilma e, alguns, no embalo, Tarso Genro. 
Simon não determinou nada, está se entregando às evidências, mas faz de conta que é ele quem manda.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ministério Público Federal pede afastamento e bloqueio de bens de Yeda Crusius


Nem vou falar nada, vão direto para o RS URGENTE.
A pergunta é: o que dirá o impoluto Pedro Simon. Larga o pé do Sarney e vem tratar dos problemas do estado que te elege a décadas.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Onde houver erro que eu leve a verdade


A frase acima, tirada da oração de São Francisco não toca o senador Simon. Simon é um franciscano de araque. Seu combate pela ética não só existe em plano federal. Diante da montanha de indícios contra o governo que, para ele, não pode ser abandonado em plena crise, a postura mais coerente seria pedir a investigação, admitir a possibilidade de haver nem que fosse alguma coisinha errada. Mas não. Simon nega qualquer hipótese de questionamento ao Governo ao qual apoia com tanta dedicação. A última do falso franciscano é acusar Tarso Genro de ter vazado as gravações telefônicas que comprometem a ajudante fiel da Rainha de Copas. Isso dá uma idéia das possibilidades de aproximação entre o PT e o PMDB no RS para a eleição de 2010.

terça-feira, 24 de março de 2009

Inteligência yedista

A KGB yedista não para. Depois de desacreditar o ex-ouvidor de segurança, o Governo verificou que o cara tem alguma razão. Eu mesmo já estava cansado das estrepulias do Paiani, mas é preciso reconhecer que a coisa é séria. Merecia uma manchetezona, mas o boletim do PRBS deu uma manchetezinha no pé da página e uma matéria em página par informando que o Governo do Estado vai abrir uma sindicância para apurar os fatos. Aí, ouvindo aquele luminar de cultura e sabedoria política que é o Wenzel, soube que a sindicância é para saber por que o ex-ouvidor não entregou as informações que possuía. Ou seja, o “Cado” (vê se eu posso...) não está sob investigação.

A lógica yedista é um primor. Antes, não havia crime porque as gravações eram legais, agora, diz que não cabe ficar especulando, pois as gravações são ilegais. As gravações não são ilegais. Ilegal é o modo como o “Cado” obteve informações sobre um adversário político dos tucanos. Alguém lembra do caso do motorista exonerado depois da revelação de que ele havia cumprido pena? Ele já havia cumprido pena, não havia por que não mantê-lo no emprego de motorista (o questionamento é por que um CC de motorista, isso é inconstitucional), mas o Governo não tinha essa informação. Porém, o que vemos agora, é que o mesmo Governo que não investiga os ocupantes de seus cargos em comissão, gasta o nosso dinheiro investigando um candidato adversário.

Eu me pergunto: onde está o FHC que não vê uma coisa dessas para aconselhar sua correligionária e caçar os cupins que ele diz terem invadido a máquina pública?

Outra pergunta: ONDE ESTÁ O PEDRO SIMON?

segunda-feira, 23 de março de 2009

Presidente Simon





Mais uma vez o secretário geral do PMDB-RS está envolvido em denúncias muito sérias. Vocês sabem "aquele negócio?", pois é, esse mesmo.
O presidente do PMDB-RS é o senador Simon. O que terá ocorrido? Será que os meios de comunicação estão boicotando o senador? Não li nenhuma linha sobre as acusações feitas contra o Eliseu Padilha. Nenhuma linha. Já vi declarações do senador pela reedição da aliança que elegeu pilatos à Prefeitura de Porto Alegre, isso sim. Continuo esperando o pronunciamento do presidente do PMDB sobre a conduta do seu secretário-geral.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Exclusivo: declarações do senador Simon sobre os escândalos do Governo Yeda



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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Rede Duas Caras



Dei-me o trabalho de conferir os editoriais do jornalzinho para os casos das denúcias do Senador Jarbas Vasconcelos e da Deputada Luciana Genro. Dia 18 de fevereiro, depois da entrevista de Vasconcelos à VEJA, o editorial diz:"Não é possível que, diante de tão escancarada revelação, as lideranças partidárias e os cidadãos continuem a chancelar as barbaridades denunciadas pelo senador perambucano. Em vez de promover uma sindicância interna para constranger o denunciante, como propõem alguns peemedebistas aparentemente indignados com a lavagem de roupa suja em público, o que se impõe é uma ampla depuração das agremiações políticas para que os aproveitadores sejam identificados e excluídos da vida pública". O jornal não pede provas e não indica nenhum caso concreto. Linhas antes, ao citar o senador Simon, sequer refere-se às denúncias feitas pelo mesmo sobre a compra de votos para a reeleição de FHC.
Já no editorial do dia 20 de fevereiro, a conversa é outra. Diante das denúncias de Luciana Genro e Pedro Ruas, a conversa muda: "É de se esperar que a deputada e o vereador honrem os mandatos que receberam dos eleitores gaúchos e apresentem as provas de suas denúncias. O Rio Grande precisa saber a verdade".
Os títulos dos editorias também são reveladores. Para Jarbas Vasconcelos, o título é: "O desabafo do Senador", para as denúncias de Luciana: "E as provas?".