Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
sexta-feira, 13 de julho de 2018
Os 13 melhores álbuns de rock da história
O Dia Internacional do Rock (13 de Julho) é uma boa desculpa para um especial sobre um dos estilos de música mais populares de todos os tempos. Demoníaco, sujo, contestador, rebelde, jovem, sexy, potente..(e também comercial, meloso, óbvio, repetitivo…) clichês (verdadeiros ou quase) que se acumularam ao longo do tempo. A seguir você confere uma seleção com 13 álbuns essenciais do rock. 15 se considerarmos as duas dobradinhas. Deixamos de lado alguns dos pioneiros e também grandes nomes das décadas de 60/70, que tem alguma ligação, direta ou indireta com o rock, por uma lista mais enxuta e precisa.
Robert Johnson, Bo Diddley, Little Richards, Jerry Lee Lewis, Bill Halley, Jonnhy Cash, Ray Charles, Elvis Presley, Beach Boys, Kinks, Byrds, Buddy Holly, Van Morrison, The Band, Neil Young, James Brown, Doors, dentre outros, não figuram aqui, mas merecem toda atenção possível.
O próprio termo “rock” acaba perdendo qualquer sentido muito restrito que quisermos dar. Nesta alcunha extremamente abrangente temos o pop, alternativo e dezenas de estilo “co-irmãos”. O All Music Guide dá uma boa noção disso. E, como “bíblia” da música na internet, o All Music é referência também nos links de cada álbum, com análise, lista de músicas, charts, influências, temas e tudo de relevante relacionado a cada disco. Let’s start:
Bringing It All Back Home / Highway 61 Revisited (1965) - Bob Dylan
Ambos de 1965, representam as duas primeiras incursões de Bob Dylan com instrumentos elétricos, causando toda a polêmica que você já sabe. São também duas das melhores obras de todos os tempos. O track list não deixa mentir. Dylan fez o que quis com o século XX. E ainda continua a lançar discos sensacionais, como o recém “Together Through Life“, deste ano. Agradeça.
Out Of Our Heads (1965) - The Rolling Stones
Satisfaction. É o primeiro GRANDE álbum dos Stones. Encontrando a personalidade ante as influências descaradas da banda. Viriam uma série de clássicos irretocáveis a partir daí.
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967) -The Beatles
O ápice da maturidade dos Beatles. Revolucionário e influente em cada detalhe.
Disraeli Gears - Cream (1967)
Eric Clapton, Jack Bruce, Ginger Baker. O primeiro power trio do rock. E o melhor álbum do grupo.
Are You Experienced? - Jimi Hendrix (1967)
O grande mito da guitarra. Um dos discos que definem a década de 60.
Tommy - The Who (1969)
Pouca gente aprendeu como se faz uma ópera-rock. Álbum símbolo (ao lado de “Who’s Next”, de 71) da banda. Impossível falar de rock sem citar The Who.
Led Zeppelin I - Led Zeppelin (1969)
“Good Times, Bad Times”, “Babe I’m Gonna Leave You”, “You Shook Me”, “Dazed And Confused”, “Communication Breakdown”, “How Many More Times”. Quase o disco todo. A estreia de uma das formações mais lendárias e explosivas do rock.
Black Sabbath - Black Sabbath (1970)
O início do heavy metal.
Ziggy Stardust And The Spiders From Mars - David Bowie (1972)
Bowie fez de tudo, sempre com qualidade muito acima da média, influenciando gente dos mais variados estilos possíveis. Poucos aprenderam.
Dark Side Of The Moon - Pink Floyd (1973)
O equilíbrio (incomum) e a genialidade do progressivo de uma banda no auge de tudo. A completa e sublime perfeição sonora, estética e conceitual.
Ramones - Ramones (1976) / London Calling - The Clash (1979)
O início do punk rock (Ramones) e a banda mais completa (e que redesenhou) o estilo.
Highway To Hell - AC/DC (1979)
O AC/DC já tinha lançado 5 álbuns de estúdio e 1 ao vivo para chegar a Highway To Hell. Todos igualmente inflamáveis. A despedida trágica do vocalista Bon Scott tem em suas 10 faixas a definição do que o rock visceral pode ser.
Power, Corruption & Lies - New Order (1983)
Há muitos motivos para o New Order figurar aqui. Primeiro, com o Joy Division, criaram a base do pós-punk antes de todo mundo. Depois, com o N.O., geraram algumas das melhores obras que fundiram o alternativo, o dance, o synth e toda uma escola altamente influente até hoje. E, é claro, pra brincar com o estilo “contestador”, é o “anti-rock” da lista.
Com o mix de todos os nomes citados aqui você obtém boa parte do pop/rock relevante (e seus desdobramentos) do século XX até hoje. Bon apetit.
sábado, 4 de março de 2017
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
As marchinhas mais significativas do carnaval brasileiro
As marchinhas de carnaval são até mais tradicionais que os sambas-enredo. Principalmente se considerarmos os sambas de agora, que se tornaram um amontoado de palavras cantadas depressa com um refrão feito pra levantar as pessoas das arquibancadas (e que nem sempre levantam).
Não sei se o "Fantástico", promoverá , de novo, o festival de marchinhas que nunca serão cantadas. Não só porque as marchinhas do tal concurso são fracas, mas porque, ao que parece, acabou a "era das marchinhas". Ainda hoje, as marchinhas cantadas em festas de carnaval são as marchinhas antigas. É possível que entre as inumeráveis marchinhas carnavalescas produzidas em cerca de 70 anos (1899-1970) tenha-se produzido tantas pérolas musicais que ficou impossível criar algo melhor. Assim, a opção é cantar as velhas marchinhas, já que elas funcionam bem.
As marchinhas versavam sobre os mais diversos temas (amor, política, notícias da época, costumes...) com uma leveza e um humor que tornavam a crítica social e de costumes absorvível por todas as camadas sociais. Uma das características próprias das boas marchinhas é se prestarem a um sem-número de versões, nas quais se encaixam letras sobre os mais diversos temas. Algumas marchinhas, no espírito politicamente correto da contemporaneidade seriam fulminadas caso fossem compostas nos dias de hoje.
Seguem as marchinhas consideradas por este modesto blogueiro como as mais significativas. Se algum dos leitores desta postagem desejar, acrescente as de seu gosto.
OH ABRE ALAS - 1899 - Chiquinha Gonzaga
Considerada a primeira música composta especificamente para uma agremiação carnavalesca (a Rosas de Ouro) a marchinha destaca-se pela simplicidade e por ser cantada ainda hoje, passados mais de cem anos desde sua composição.
Hoje, veríamos essa marchinha como uma obra preconceituosa, à época, foi sucesso e, também um dos primeiros grandes casos de plágio da música brasileira. Vender e roubar músicas era prática comum por um longo período da nossa música, fazendo a glória de muitos e a miséria de outros
MAMÃE EU QUERO- 1936 - Jararaca e Vicente Paiva
Jararaca integrava, com Ratinho, uma conhecida dupla caipira. Isso não impediu que compusesse uma marchinha carnavalesca que, possivelmente, seja a mais conhecida de todos os tempos.
AS PASTORINHAS - 1938 - Noel Rosa e João de Barro (Braguinha)
Noel e Braguinha merecem postagens à parte, pois estão entre os mais prolíficos e criativos compositores da música brasileira. A marchinha é lenta e até melancólica, muito no estilo de Noel Rosa.
A JARDINEIRA- 1938 - Benedito Lacerda e Humberto Porto
A marchinha começa com uma história triste (a morte da camélia) para depois estourar num extravasamento de alegria pela vida e pela beleza da jardineira, que é "muito mais bonita que a camélia que morreu".
ALÁ-LÁ-Ô- 1940 - Haroldo Lobo e Nássara,
Na minha singela opinião, uma obra prima das marchinhas. Mistura um monte de coisas (Egito, muçulmanismo e carnaval) é fácil de cantar e ainda se refere a algo comum no carnaval, o calor. É a marchinha perfeita.
CACHAÇA - 1946 - Marinósio Trigueiros Filho,Lúcio de Castro, Heber Lobato e Mirabeau Pinheiro.
Outro caso famoso de plágio, a marchinha é o hino dos bebuns de carnaval, além de, como é comum às marchinhas, prestar-se a inúmeras versões.
SACA-ROLHA-1953- Zé da Zilda, Zilda do Zé e Waldir Machado
Outro hino dos bebuns de carnaval, a marchinha consagra a festa como período de excessos tolerados.
ME DÁ UM DINHEIRO-1959 - Ivan Ferreira, Homero Ferreira e Glauco Ferreira
Composta por três irmãos, é lembrada em qualquer época, com um refrão inesquecível. Também faz parte do "ciclo etílico" das marchinas d ecarnaval.
CABELEIRA DO ZEZÉ - 1963 João Roberto Kelly e Roberto Faissal
Podendo ser considerado politicamente incorreto, a marcha do mesmo autor de "Maria Sapatão" é cantada em todos os carnavais.
NÓS, OS CARECAS -1942- Arlindo Marques Júnior e Roberto Roberti
Uma lição de auto-estima. Vai pra lista porque é o consolo dos calvos.
MÁSCARA NEGRA - 1967 - Zé Keti e Pereira Matos
Outro caso de música que foi parar na justiça, Máscara Negra começa com uma história triste e conclui com o apelo à alegria do carnaval. O efeito no público é visível. É a desculpa perfeita para beijar alguém.
BANDEIRA BRANCA - 1970 - Max Nunes e Laércio Alves
O último sucesso de Dalva de Oliveira e última marchinha carnavalesca de sucesso. Música triste na melodia e na letra, é estranho que tenha virado sucesso no carnaval. Pode ser considerada a despedida das marchinhas carnavalescas.
Taí (Pra Você Gostar de Mim) - 1930 - Joubert de Carvalho
Foi a primeira marchinha gravada por Carmen Miranda. A idéia de Joubert é que a música fosse uma marcha canção, não tendo finalidade carnavalesca. Foi gravada pela Orchestra Victor, sob regência de Pixinguinha, na Victor em 27 de Janeiro de 1930.
Nos registros da gravação vem como Marcha Carnavalesca. Entre o encontro de Joubert e Carmen e a data da gravação, tudo aconteceu em menos de um mês.
"Heróis da Liberdade": o melhor samba enredo de todos os tempos?
Serei pedante. Não é possível comparar os sambas-enredo de hoje com os de antigamente. Antes, os sambas enredo diziam algo. Não eram jingles vazios em ritmo de samba acelerado; eram músicas com direito a letra e melodia elaboradas. A simplicidade das alegorias era acompanhada pela sofisticação do samba, que era o fundamental.
O samba do Império Serrano do ano de 1969 é considerado um dos mais lindos, talvez o melhor, de todos os sambas enredo do carnaval carioca. Em plena ditadura, milhares de pessoas cantaram "Os heróis da Liberdade", de Silas de Oliveira e Mano Décio da Viola. Neste ano, a Império Serrano foi campeã.
Abaixo, vídeo com áudio do samba e imagens do desfile. A seguir, a letra e a bela interpretação do saudoso Roberto Ribeiro.
Abaixo, vídeo com áudio do samba e imagens do desfile. A seguir, a letra e a bela interpretação do saudoso Roberto Ribeiro.
Heróis da liberdade
Ô ô ô ôLiberdade, Senhor,
Passava a noite, vinha dia
O sangue do negro corria
Dia a dia
De lamento em lamento
De agonia em agonia
Ele pedia
O fim da tirania
Lá em Vila Rica
Junto ao Largo da Bica
Local da opressão
A fiel maçonaria
Com sabedoria
Deu sua decisão lá, rá, rá
Com flores e alegria veio a abolição
A Independência laureando o seu brasão
Ao longe soldados e tambores
Alunos e professores
Acompanhados de clarim
Cantavam assim:
Já raiou a liberdade
A liberdade já raiou
Esta brisa que a juventude afaga
Esta chama que o ódio não apaga pelo Universo
É a (r)evolução em sua legítima razão
Samba, oh samba
Tem a sua primazia
De gozar da felicidade
Samba, meu samba
Presta esta homenagem
Aos "Heróis da Liberdade"
Ô ô ô
domingo, 1 de fevereiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
sábado, 24 de janeiro de 2015
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Dia do Samba: Elis Regina canta Ary Barroso
O 2 de dezembro, foi escolhido como "Dia do Samba" em homenagem à data da primeira visita de Ary Barroso à Bahia. Em lembrança a esse grande compositor brasileiro, segue a interpretação da fabulosa Elis Regina de "Na Baixa do Sapateiro"
terça-feira, 11 de novembro de 2014
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
domingo, 5 de outubro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Hoy es el cumpleaños de Lila Downs! Um brinde!
Las Mañanitas é a canção cantada no México por ocasião dos aniversários em lugar do conhecido "Parabéns a Você". Mais uma peculiaridade da cultura tão rica desse povo que eu admiro tanto. Saiba mais sobre esse tema clicando AQUI
sábado, 6 de setembro de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)

