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domingo, 17 de dezembro de 2017

Inter campeão mundial em 5 narrações

Nenhum time brasileiro fez algo maior. Derrotar o maior time do mundo. Orgulho eterno do meu colorado. Tu não presta, mas eu te amo.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

PARABÉNS, COLORADO, 105 ANOS!

Sport Club Internacional, só tu pra me fazer perder a razão


Tirado da página do Inter

O princípio do Clube do Povo

Data de fundação do clube: 4 de abril de 1909
A origem do Sport Club Internacional está associada a três irmãos da família Poppe: Henrique Poppe Leão, José Eduardo Poppe e Luiz Madeira Poppe (respectivamente, na foto abaixo). Eles chegaram a Porto Alegre na primeira década de 1900. Acredita-se que foi por volta de 1908.

Os irmãos fundadores do Sport Club Internacional

Henrique Poppe logo arranjou um emprego no comércio da capital, no bazar "Ao Preço Fixo", localizado na Rua da Praia. Em seguida, por influência do tio Thomé Castro Madeira, filiou-se ao PRR (Partido Republicano Riograndense - comandado por Borges de Medeiros) e tornou-se funcionário da Secretaria do Conselho da Intendência (prefeitura), além de escrever para "A Federação" (jornal do PRR). Ainda trabalharia nos jornais "Echo do Povo", "O Diário", "Gazeta do Povo", "O Exemplo" e foi diretor de redação do semanário "A Rua".
Já em 1908, a capital gaúcha se modernizava e progredia rapidamente: bondes elétricos tinham substituído os puxados a burro; acabava-se de instalar iluminação elétrica em todas as ruas do centro; a população havia saltado de 73 mil habitantes em 1900 para 120 mil. O Estado vivia sob forte influência do positivismo. Um dos dogmas da doutrina é que o indivíduo pode eternizar-se enquanto for lembrado por sua criação. O governo havia determinado a criação de novos espaços públicos para práticas esportivas, a fim de formar jovens para o Exército. É nesse contexto que as bases para a fundação do Inter começaram a ser definidas.
Os irmãos mais jovens da familia Poppe, José e Luiz, tinham o desejo de jogar futebol, um esporte muito competitivo e que aprenderam a praticar ainda em São Paulo. Henrique, o irmão mais velho e influente, articulou a criação de um novo clube. Aos 18 anos, João Leopoldo Seferin, que emprestou o porão da casa do pai para a reunião de fundação do Inter, na Rua da Redenção, 141 (atual Avenida João Pessoa, na altura do número 1.025), foi eleito presidente.
Para dar credibilidade ao clube, o capitão Graciliano Ortiz foi escolhido presidente de honra do Inter. Além de militar, Ortiz também era o diretor do Asseio Público e homem de prestígio junto a José Montaury, intendente de Porto Alegre. Foi através de Ortiz que o Inter, recém-fundado, obteve junto à Intendência o seu primeiro campo: a Ilhota (atual Praça Sport Club Internacional). Além de ser o primeiro presidente de honra do novo clube, Graciliano também estava às vésperas de se tornar sogro de Henrique, já que em novembro de 1909, Henrique se casou com sua filha, Maria Conceição Ortiz.
Valores da Fundação do Sport Club Internacional
Os discursos ouvidos nas reuniões sempre giravam em torno de um princípio muito importante para os Poppe e para aqueles que ali estavam. O Internacional estava sendo criado para brasileiros e estrangeiros, uma clara alusão à política de discriminição dos outros dois clubes existentes em Porto Alegre, o Grêmio Foot Ball Porto Alegrense e o Fuss-Ball.
Os demais valores envolvidos entre os jovens que se reuniram para a fundação do Sport Club Internacional eram: a prática do futebol, a celebração da própria juventude e a possibilidade de criarem um 'Club' onde teriam a oportunidade de manter novos contatos sociais.

Notícia sobre a fundação do Sport Club Internacional veiculada no jornal Correio do Povo de 1909

As cores do Venezianos, o alvi-rubro do Inter surgiu do Carnaval
Nem todos ficaram de acordo com a cor da futura camisa do Clube. Subdividiram-se em dois grupos como fora o carnaval daquele ano – a decisão veio do carnaval de rua entre Venezianos e Esmeraldinos, um vermelho, outro verde. Justamente as cores pretendidas, ou uma, ou outra. O resultado da votação tirou da ata de fundação os que defendiam o verde. Mas o racha não esvaziou a reunião, muito menos o Clube. Ficou vermelho e branco para o resto da vida.
Como nasceu o símbolo colorado?
O primeiro símbolo do Sport Club Internacional era formado com as iniciais - SCI - bordadas em vermelho sobre o fundo branco, sem a borda também vermelha, que apareceu logo em seguida. Já na década de 1960 aconteceu a inversão, com a combinação de letras passando a ser branca sobre o fundo vermelho. 

O primeiro distintivo do Clube



A morte do fundador e o legado para a história



Antes da morte, Henrique viu o Inter crescer, ser campeão da cidade, em 1913, e derrotar pela primeira vez o Grêmio, em 1915, tudo isso dez meses antes de morrer. O primeiro clube a ser desafiado pelo Inter, e que havia seis jogos mostrava-se imbatível, enfim, caía. Após seis jogos, com duas derrotas por 10 gols, o Inter goleava o Grêmio por 4 a 1, na Baixada, a casa do adversário. Vencia o rival pela primeira vez e iniciava um novo ciclo na sua vida.
A edição do jornal “A Rua”, de 1916, guardada por Carlos Bandeira Poppe, filho de Luiz Madeira Poppe, confirma a obra de Henrique. A edição foi publicada três dias após a sua morte, aos 35 anos, por uremia (doença provocada pelo mau funcionamento dos rins, incapazes de filtrar as impurezas do sangue). Henrique não teve filhos. Foi enterrado no cemitério da Santa Casa, na sepultura número 68 do 3° quadro, conforme descrevem registros da época.

Foto da capa do jornal que conta a história do fundador do Inter

domingo, 9 de dezembro de 2012

Arena portoalegrense, grande obra da engenharia e da especulação

Em primeiro lugar é preciso concordar que a Arena do Humaitá é uma grande obra e a maior alegria do século do time que vai jogar nela. Em segundo lugar, é preciso reconhecer que, independente de identificação clubistica, trata-se do maior símbolo da especulação imobliária da história recente de Porto Alegre. Ao longo dos anos, essa situação vai se dissolver e a obra em si prevalecerá sobre o seu real significado.
A OAS é uma grande empreiteira de obras públicas (e privadas também). Em troca da construção da Arena, ganharam todo o terreno do antigo Olímpico e mais as adjacências da Arena. Receberam da Câmara Municipal o direito de construirem acima dos limites do atual Plano Diretor. Ganharam, além disso, as vantagens fiscais das "obras da Copa", mesmo que a Arena não vá sediar jogos da Copa. 
Agora, a mídia cobra dos poderes públicos que construam a infraestrutura dos arredores da Arena, pois a OAS, ganhou o direito de construir sem nenhuma contrapartida ao Município. Isso é vergonhoso. As construtoras assinam contratos leoninos com os clubes de futebol, em troca da construção de novos estádios/arenas e não se comprometem com nada além da exploração do espaço por longos anos. Com o Inter não foi muito diferente, mas a extensão das vantagens da Andrade Gutierrez acabaram sendo menores, por força das circuntâncias. Já a OAS, obteve terrenos valorizadíssimos (na Azenha) e em processo de valorização (no Humaitá). Essa valorização vai aumentar ainda mais a partir dos investimentos públicos (há emendas pedindo R$ 60 milhões para a infraestrutura da região da Arena).
E assim caminha a humanidade. Somos vítimas (gremistas e colorados) das formas mais predadoras do capital e nos prendemos a rusgas completamente insignificantes. Quem ganha são os mesmos de sempre e sem o desgaste dos políticos.

domingo, 18 de novembro de 2012

Internacional: endividado sim; rebaixado, nunca!

Esses são os times da primeira divisão que nunca caíram. Os outros já.
Corre pelo Facebook (que, comos vocês sabem, aceita tudo) uma matéria do Correio do Povo em que mostra o Internacional rebaixado pela FIFA. A tal matéria trata um caso de 1995, no qual um clube uruguaio foi à FIFA (aquele modelo de honestidade que nós conhecemos) para exigir o pagamento da parte que faltava do empréstimo do jogador Silas ao Inter. Como o Inter não estava pagando, a FIFA "rebaixou" o Inter sem levar em conta os resultados de campo, simplesmente por conta da tal dívida. Houve recurso, o Inter renegociou a dívida e permanenceu da primeira divisão. Ou seja, sequer foi rebaixado efetivamente.
 Sou 100% colorado e toco as minhas flautas de vez em quando, mas não gosto de ficar em bate-boca de futebol. Porém, espalhar uma notícia parcial do modo como espalharam é de uma desonestidade intelectual que não pode ficar sem resposta. O "rebaixamento" do Inter é uma lenda urbana, diferente dos dois rebaixamentos do Grêmio, que são fatos. A classificação do Grêmio para a Libertadores 2013 é um fato e o fiasco do Inter 2012 também. Todos têm direito à flauta, mas não à mentira. Quem quiser conferir, segundo a própria FIFA os times brasileiros que nunca foram rebaixados, confira no SITE da FIFA

terça-feira, 3 de julho de 2012

Forlán e o coração colorado

Não sei se vai se confirmar, mas as especulações de que Diego Forlán virá jogar no Internacional de Porto Alegre mexeram com os corações colorados. Forlán é um grande jogador. Tem experiência, categoria e, principlamente, tem algo que o Inter precisa: coração. É inaceitável que um time com bons jogadores como o Inter apresente seguidos ataques de apatia, cedendo empates e vitórias ao final das partidas, ou simplesmente deixando que os adversários façam gols por pura desatenção.
A mornidão do time colorado, reforçada por um técnico que parece não ter comando efetivo sobre o time é responsável, em grande parte, pelos insucessos nas últimas Libertadores e pela campanha fraca no Brasielirão 2012.
Forlán, sozinho, não resolvlerá nada; ninguém vence campeonato sozinho (talvez só o Maradona e sua mão). Porém, confirmada sua contratação, trará ao time do Inter um pouco do coração e da garra uruguaia, que possibilitou que sua modesta seleção chegasse às finais da Copa de 2010, ao título da Copa América e que o Peñarol disputasse a final da Libertadores 2011, depois de vencer o Inter em pleno Beira-Rio, quando um empate bastava para classificar o colorado.
Não sei se Forlán virá, se vier, tanto melhor, se não, que, pelo menos deixe uma mensagem ao time: joguem com os pés, com a cabeça e, quando tudo parecer perdido, joguem com o coração.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Parabéns, campeão! Inter completa 103 anos de história

O Sport Club Internacional chega ao seu 103º aniversário – comemorado no dia 4 de abril – com uma vasta história de sucesso. Nenhuma alcunha poderia resumir melhor a vocação do Colorado em ganhar títulos importantes do que a de 'Campeão de Tudo'. É fato: o Inter conquistou absolutamente todos os títulos que disputou. Não falta nenhum troféu no Museu. Desde os Metropolitanos, conquistados nos primeiros anos do Clube, até o expressivo Mundial FIFA foram alcançados nesta jornada vitoriosa que iniciou em 1909. E muitas destas taças foram erguidas por mais de uma vez, ratificando a grandeza do Colorado.
A torcida pode se orgulhar de amar um clube que está no seleto hall dos mais vitoriosos do mundo. Muitos times tradicionais do planeta não possuem um cartel de títulos tão consistente quanto o do Inter. Na década passada, por exemplo, o Campeão de Tudo foi o maior campeão do Brasil, sendo inclusive apontado pela Folha de São Paulo como o melhor time do início do novo século. Nos últimos seis anos, os colorados puderam gritar “É campeão!” em onze oportunidades, sendo que em oito delas o título foi de expressão internacional. Mas esta história de conquistas se renova a cada temporada, como novos feitos relevantes protagonizados por quem nasceu para ser vencedor.
Linha do tempo Alguns momentos marcantes dos 103 anos do Internacional:
1909 – FundaçãoIrmãos Henrique Poppe Leão, José Eduardo Poppe e Luiz Madeira Poppe fundam o Sport Club Internacional no dia 4 de abril de 1909.
Os irmãos fundadores do Sport Club Internacional
1913 - Primeiro títuloQuatro anos depois de fundado, Inter conquista o seu primeiro título, o Campeonato Metropolitano. Foi pentacampeão na sequência (1913, 1914, 1915, 1916 e 1917).
1927 – Campeão gaúcho pela primeira vezInter vence o Grêmio Bagé no dia 7 de setembro e sagra-se campeão gaúcho. Foi o primeiro dos 40 títulos estaduais conquistados até hoje.
1931 - Inauguração dos EucaliptosNo dia 15 de março de 1931, Inter inaugura a sua nova casa, o Estádio dos Eucaliptos, no qual permaneceria até o final da década de 1960. No primeiro jogo no novo campo, vence o Grêmio por 3 a 0.
Torcida em momento de vibração nos Eucaliptos
1940 - Rolo CompressorDécada do lendário ‘Rolo Compressor’, um time extremamente ofensivo que durou de 1940 a 1948, conquistado oito títulos estaduais em nove anos. Em 18 de novembro de 1945, o Rolo do Inter ganhou o inédito título de hexacampeão gaúcho, na Timbaúva, estádio do Força e Luz, jogando contra o Pelotas.
O antológico Rolo Compressor, da década de 40
1945 – Superioridade no clássicoInter assume neste ano a vantagem no número de vitórias no clássico Gre-Nal. Esta superioridade é mantida de forma ininterrupta até os dias de hoje.
1954 – Estragou a festa do rivalNo dia 26 de setembro de 1954, Inter goleia o Grêmio por 6 a 2 na inauguração do Estádio Olímpico.
1956 – Força colorada no PanamericanoCom sete jogadores do Inter, Seleção Brasileira, treinada pelo colorado Teté, vence de forma invicta o Panamericano do México.
Da esq. para dir.: Luizinho. Bodinho. Larry, Ênio Andrade e Chinezinho, atacantes da seleção gaucha que representou o Brasil no Pan-Americano de 1956, no México
1957 – Celeiro de AsesO músico carioca Nélson Silva compõe o hino do Inter.
1967 – Mostrando a cara para o BrasilInter é vice-campeão na sua primeira disputa de campeonato nacional, sendo o primeiro time gaúcho a vencer em São Paulo.
1969 – Nasce o GiganteConstruído com a colaboração dos torcedores, o Estádio Beira-Rio é inaugurado no dia 6 de abril de 1969 com o jogo Inter x Benfica. O time colorado vence por 2 a 1, com gols de Claudiomiro e Gilson Porto. Uma nova era abria-se para o Inter.
Estádio Beira-Rio foi concluído em 1969
1975 – Primeiro título nacional Inter vence o Cruzeiro por 1 a 0 no dia 14 de dezembro de 1975, no Beira-Rio, e conquista o inédito título brasileiro. Figueroa marcou o que ficou conhecido como o ‘Gol Iuminado’
1976 – Bicampeão!Com vitória de 2 a 0 sobre o Corinthians no dia 12 de dezembro de 1976, em um Beira-Rio completamente lotado, Inter sagra-se bicampeão brasileiro. Dario e Valdomiro marcara os gols que garantiram a segunda estrela ao Colorado.
1976 – Hegemonia gaúchaAno da conquista do oitavo título consecutivo do Campeonato Gaúcho. O Octacampenato (1969 a 1976) segue sendo a maioria sequência de títulos no Estado.
1979 – Tricampeão invictoFinalizando uma década de ouro, Inter supera o Vasco da Gama por 2 a 1, gols de Jair e Falcão, no dia 23 de dezembro de 1979, no Beira-Rio, e ergue pela terceira vez a taça de campeão brasileiro. A campanha colorada foi invicta, com 16 vitórias e 7 empates.
Década de 1970 foi repleta de glórias
1982 – Juan Gamper, em BarcelonaInter conquista o tradicional torneio espanhol no dia 24 de agosto de 1982 depois de eliminar o Barcelona, de Maradona, e o Manchester City. Nenhum outro time da América Latina repetiu este feito.
1984 – Copa Kirin, no OrienteCom vitória de 2 a 1 sobre a seleção da Irlanda no dia 5 de junho de 1984, Colorado vence competição disputada no Japão.
1984 – Sele/Inter é prata em Los AngelesCom os onze jogadores do Inter, Seleção Brasileira conquista a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles.

1989 – Gre-Nal do SéculoNa quente tarde do dia 12 de fevereiro de 1989, Inter vence o Grêmio, de virada, por 2 a 1, no Beira-Rio, com dois gols de Nilson. O clássico ficou conhecido como o ‘Gre-Nal do Século’ por valer vaga na final do Campeonato Brasileiro.
Nilson foi o grande personagem do clássico que mexeu com a rivalidade em 1989
1992 – Campeão da Copa do BrasilCom um gol de pênalti do zagueiro Célio Silva, Inter bate o Fluminense no Beira-Rio no dia 13 de dezembro de 1992 e conquista a Copa do Brasil.
Célio Silva está marcando o gol de pênalti que rendeu o título ao Inter
1997 – Gre-Nal do 5 a 2Colorado atropela o Grêmio com uma goleada de 5 a 2 em pleno Olímpico, no dia 24 de agosto de 1997, pelo Campeonato Brasileiro. O atacante Fabiano marcou dois gols e eternizou o seu nome na história do clássico.
2004 – Retorno aos confrontos sul-americanosTime treinado por Muricy Ramalho disputa a Copa Sul-Americana e chega até a semifinal contra o tradicional Boca Juniors. Era um prelúdio do sucesso que seria experimentado na Libertadores de 2006.
2005 – TetragaúchoInter recupera hegemonia estadual com a conquista de quatro títulos consecutivos (2002, 2003, 2004 e 2005).
2006 – Glórias máximasO ano de 2006 é repleto de conquistas de grande expressão. No dia 16 de agosto o Inter coroa uma campanha vitoriosa na Libertadores, ao superar o São Paulo na inédita decisão do título. Campeão da América, o time treinando por Abel Braga se credencia para a disputa do Mundial FIFA, no Japão. Foi então que o dia 17 de dezembro também entrou para a história colorada, com a inesquecível vitória sobre o Barcelona que deu ao Inter o título de melhor time do mundo. O gol marcado por Adriano Gabiru em Yokohama é um dos momentos mais marcantes dos 103 anos do Clube.

Fernandão (E) ergue a taça mais cobiçada do mundo (Jefferson Bernardes/VIPCOMM)

2007 – Tríplice CoroaPoucos conseguiram este feito: conquistar de forma seguida a Libertadores, o Mundial e a Recopa. No dia 7 de junho, o Inter vence o Pachuca do México por 4 a 0, no Beira-Rio, com gols de Alex, Pinga, Alexandre Pato e Mosquera (contra), e ergue pela primeira vez a taça da Recopa Sul-Americana. A sequência de títulos fica conhecida como a ‘Tríplice Coroa’.
2008 – Só faltava a Copa Sul-AmericanaAo vencer o Estudiantes de La Plata por 1 a 0, com gol de Nilmar, na prorrogação da final da Copa Sul-Americana realizada no dia 3 de dezembro de 2008 no Beira-Rio, o Inter atinge o status que poucos podem ostentar: o de ‘Campeão de Tudo’. Este era o único título que faltava para completar a farta coleção colorada. Todos os troféus possíveis de serem conquistados estão no Museu do Inter, para orgulho da nação vermelha e branco.
Grupo comemora a conquista inédita da Sul-Americana (Marcelo Campos)


2009 – Centenário de todo mundoO Inter celebra os seus 100 anos de vida com eventos durante toda a temporada: grande festa no Gigantinho, interatividade com os sócios em diversas ações e show da Ivete Sangalo no Beira-Rio. Em campo, no dia 5 de agosto, o time vence o Oita Trinita por 2 a 1, no Japão, com gols de Alecsandro e Andrezinho, e fatura o título da Copa Suruga Bank, torneio organizado  pela Conmebol que reuniu o campeão da Sul-Americana e da Copa do Japão.
2010 – Bi da AméricaNo primeiro ano pós-Centenário, Inter torna-se bicampeão da Libertadores ao vencer o Chivas Guadalajara, do México, por 3 a 2, com gols de Rafael Sobis, Leandro Damião e Giuliano, no dia 18 de agosto. Assim como foi em 2006, o Colorado teve o privilégio de levantar a taça em pleno Beira-Rio, para deleite da torcida colorada.
Bicampeão da América: Inter ergueu pela segunda vez a taça mais cobiçada do continente


2011 – Bi da Recopa e 40º GauchãoCampeão de Tudo mantém a rotina de ganhar títulos e conquista o bicampeonato da Recopa Sul-Americana. Vence o Estudiantes por 3 a 1, no Beira-Rio, no dia 24 de agosto, com gols de Leandro Damião (2) e Kleber. Em maio, Inter venceu o Grêmio nos pênaltis, no Olímpico, e garantiu o 40º título estadual.

A história ao alcance dos colorados
Museu do Inter expõe diversos artigos marcantes da história colorada 
O Museu Sport Club Internacional - Ruy Tedesco é um moderno espaço localizado no Beira-Rio (ao lado da loja) onde os colorados podem encontrar centenas de documentos históricos da gloriosa trajetória do Inter de 1909 para cá. São troféus, atas, flâmulas, fotos, vídeos, entrevistas, em um dos mais modernos museus de um clube de futebol da América Latina.
Mais de 100 mil visitantes passaram pelo local desde a sua inauguração, em abril de 2010. A 'Arquibancada Virtual', na qual é possível comemorar os principais gols da história do Inter, e o módulo 'Campanhas', onde se encontram as principais taças, são os lugares preferidos dos frequentadores do Museu.

De: Internacional

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Mandem a Copa para a Arena e a Andrade Gutierrez à m...

Não morro de amores pela Copa no Brasil, muito menos pela Andrade Gutierrez (AG). Os fiéis leitores deste blog poderão comprovar isso em postagens anteriores. Gosto do Colorado, isso sim. A novela do contrato com a AG ultrapassou todos os limites. Agora, a construtora resolveu culpar o Banrisul pela paralisia das obras no Beira-Rio. 
O poder público tem feito o possível e o impossível para facilitar a vida das empreiteiras encarregadas das obras da Copa. Em nome da Copa vale tudo, mas nada é suficiente para as construtoras, sobre as quais recaem sucessivas acusações (comprovadas) de péssimas condições de trabalho aos operários.
Sei lá o que se passou no Conselho do Inter para aprovar as coisas do jeito que estão, mas dá pra ver que deu errado. Agora, o clube tá com o mico namão, não consegue resolver o problema e tem medo de entregar o trunfo ao rival. Imagino que, secretamente, devam desejar que, como sempre, o poder público socorra as pretensões privadas. Sábio foi o São Paulo F.C.. Tantas e tão caras eram as exigências para realizar a Copa no Morumbi, que eles abriram mão
Diante disso tudo, tenho uma solução: preocupar-se com futebol, mandar a Copa pra Arena e a AG à m...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O mito "Barcelona"

O Barcelona Futebol Clube deixou de ser um clube de futebol para tornar-se uma instituição mítica. Não se comenta apenas a vitória acachapante sobreo Santos, comenta-se que o Barcelona FC joga melhor porque possui uma outra filosofia. Valorização da base, administração diferenciada, ousadia, relação com sua terra e seu povo... e por aí vai.
Na história da rivalidade Barcelona x Real Madrid, há raízes históricas profundas. No processo da Guerra Civil Espanhola, o Real Madrid encarnou a Espanha franquista, institucional, enquanto o Barcelona que já era ligado à luta do povo catalão, vinculou-se à causa republicana. Vamos convir que, um rivalidade assim é muito mais apaixonante que a maioria das rivalidades que conhecemos no futebol brasileiro.
Toda essa história confere ao Barcelona uma aura diferenciada. Não é só o melhor time do mundo, mas é um time no qual identificamos valores que gostaríamos de ver nos times brasileiros: garra; amor à camiseta; continuidade d eum trabalho; jogadores que se divertem jogando e, ao mesmo tempo, fazem bem feito o que são pagos para fazer. O Barcelona dá aos seus torcedores e admiradores do futebol aquilo que mais se deseja: jogo bonito com vitória no final. Na pior das hipóteses,  assiste-se a um jogo jogado e com vontade de vencer. Não é à toa que, após a vitória do Barça, as pessoas saíram com a camiseta do time como se fosse o time "da casa". O Barcelona tornou-se uma bandeira, uma causa, um mito.
Talvez, em algum momento apareça alguém para desfazer tudo isso. Talvez a explicação de como um clube consegue pagar salários tão altos em um país assolado pelo desemprego não seja nada romântica. O fato é que os caras jogam muito e, em um mundo envolvido em escândalos, mesquinharias, despido de qualquer apego a uma causa nobre, ver gente suandoa camiseta, jogando bonito e ganhando dê um alento. É como se nos dissessem, é possível vencer estando do lado do bem e do belo. É a vingança da Hungria de 54, da Holanda de 74, do Brasil de 82; do futebol brilhante, mas derrotado. Ainda que o mito venha a ser desfeito, vale a pena ver o Barcelona jogar. E para nós, colorados, resta o singelo orgulho de poder dizer: "já ganhamos desses caras".

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Poxa vida! Morreu o Escurinho!

Escurinho foi um grande "talismã" colorado. Cabeceava bem demais. Abaixo a imagem do golaço da tabela Escurinho-Falcão, que marcou a virada sobre o freguês Atlético Mineiro e garantiu a ida pra final contra o Corinthians e o bi-brasileiro de 76

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Parabéns, Colorado

Já postei um comentário dizendo que o futebol é o lugar para onde converge a minha irracionalidade. Por isso, independente de qualquer arrazoado: PARABÉNS SPORT CLUB INTERNACIONAL, o clube brasileiro que mais venceu competições internacionais no século XXI!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Fogaça, gremista de m....eia tigela

Calma gremistas! Não sou contra o Fogaça porque ele é gremista. O problema é que o cara não se posiciona nem no futebol.
Tarso é colorado e torceu pelo Inter. Yeda, é gremista e disse que torcia pelo Inter para o bem do RS (pode ser demagogia, mas faz sentido);Pedro Ruas disse que o Inter faria 3x0, porque o Chivas era muito ruim. E Pilatos? Pilatos, mais uma vez, lavou as mãos. Segundo ele “gremista não dá palpite em jogo do Inter”.