terça-feira, 15 de outubro de 2013
PIB aumenta R$ 1,78 a cada R$ 1 investido no Bolsa Família, diz Ipea
sábado, 25 de maio de 2013
Ligações telefônicas podem ter dado origem ao boato sobre fim do Bolsa Família
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Polícia Federal abre inquérito para apurar origem de boatos envolvendo o Bolsa-Família
domingo, 19 de maio de 2013
Aluno com Bolsa Família se destaca no ensino médio
quinta-feira, 28 de março de 2013
Alunos com Bolsa Família repetem menos de ano
Entre os estudantes de famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), os que recebem Bolsa Família têm chances de repetir de ano cerca de 11% menores que as de alunos cadastrados mas não beneficiados pelo programa. Os pesquisadores Luis de Oliveira e Sergei Soares, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), chegaram a esse resultado ao cruzar pela primeira vez os dados de três bases administrativas – CadÚnico, Projeto Frequência e Censo Escolar – e concluíram haver “evidências de que o Programa Bolsa Família reduz a repetência de quem o recebe”.
Enquanto o Bolsa Família é focalizado nas famílias do CadÚnico com renda de até R$ 140 por pessoa, o cadastro inclui um conjunto bem maior de famílias, com renda de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 339 atualmente) ou de até 3 salários mínimos no total (R$ 2.034). Assim, com mais de 1,2 milhão de casos analisados, a pesquisa aponta indícios de que o benefício do Bolsa Família eleva a taxa de aprovação entre crianças que, em geral, estavam nas famílias mais pobres do cadastro.
Crianças cadastradas cujos responsáveis completaram pelo menos o ensino fundamental têm chance 32% menor de repetir, enquanto os domicílios menos favorecidos tendem a abrigar os estudantes com piores resultados. Na contramão dessa tendência, o benefício de renda, condicionado à frequência escolar, “tem ajudado essas famílias a garantir melhores condições para seus filhos”.
Os autores ressalvam que, por trabalharem com dados de registros administrativos sujeitos a falhas de preenchimento e de qualidade, seus resultados devem ser mais interpretados em termos de direção do que por suas magnitudes. Eles esperam que o contínuo aperfeiçoamento do CadÚnico e do Censo Escolar possibilite estimativas cada vez mais precisas, mas afirmam haver evidências suficientes para sustentar que o Bolsa Família aumenta as chances de aprovação de seus beneficiários.
O cruzamento de dados permitiu ainda outras constatações. Os meninos do cadastro repetem 71% mais do que as meninas. O índice de repetência entre estudantes que possuem algum tipo de necessidade especial é aproximadamente 76% maior que o dos demais. Segundo os autores, isso indica “uma dificuldade do sistema escolar em lidar com essas pessoas”. Alunos já defasados têm 24% mais chances de repetir e, além disso, os que repetiram o ano anterior têm outros 46% adicionais em probabilidade de permanecer mais um ano estacionados na mesma série.Leia a íntegra do Texto para Discussão “O impacto do Programa Bolsa Família sobre a repetência: resultados a partir do Cadastro Único, Projeto Frequência e Censo Escolar”
quarta-feira, 3 de março de 2010
Mais um plágio do PRBS
A rádio do PRBS resolveu plagiar a imprensa do centro do país de novo. O pior é que só plagia as mentiras. Nas manchetes do noticiário da manhã, a chamada era: "PSDB amplia Bolsa-Família e líder do governo é contra". Tudo copiadinho do Jornal dos Marinho. sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Bolsa Família e políticas sociais
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Prefeituras se atrasam, Planalto dá uma mão
terça-feira, 23 de junho de 2009
Mais incompetência no Bolsa-Família de Porto Alegre
A incompetência da governança está tirando dinheiro de Porto Alegre.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Pilatos decretará o fim dos concursos?
O concurso realizado em janeiro de 2009 já está criando teia de aranha sem que tenha havido divulgação do resultado final. No magistério, a demora fez com que a Prefeitura determinasse a contratação temporária de profissionais. Em princípio, o prazo para os contratos é de 120 dias, mas, em se tratando do método pilatos, não dá pra duvidar que o prazo não seja prorrogado. No caso dos PSFs foi assim. Era para sair concurso e até agora nada. Nos dois casos, o MP acabou aceitando as desculpas da Prefeitura e considerando que seria pior ficar sem o atendimento. No caso da educação, por exemplo, muitos dos contratados trabalham com crianças pequenas. Nesses casos, a troca de professores é sempre uma ruptura que atrapalha o processo educativo. Para Pilatos, todavia... são coisas da vida.
Agora, pelo que eu soube, a Prefeitura cogita contratar Assistentes Sociais para recadastrarem os usuários do bolsa-família. Sem concurso é claro e muito rapidamente. Isso porque se o recadastramento não for feito até agosto Porto Alegre terá recursos do bolsa-família retidos. Dá-lhe governança!

