Mostrando postagens com marcador Chico Buarque. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chico Buarque. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Feliz Aniversário, Chico Buarque


Chico Buarque
Filho do historiador Sérgio Buarque de Hollanda e de Maria Amélia Buarque de Hollanda. Em 1946, aos dois anos de idade, mudou-se com sua família para São Paulo. Por ter nascido em uma família de intelectuais, afirmava que "as paredes lá de casa viviam cobertas de livros". Desde cedo conviveu com diversos artistas, amigos de seus pais e da irmã Heloísa, entre os quais, João Gilberto, Vinicius de Moraes, Baden Powell, Tom Jobim, Alaíde Costa e Oscar Castro Neves. Em 1952, mudou-se com sua família para Roma onde o pai foi lecionar. Na capital italiana eram comuns os serões familiares em que sua mãe ou seu pai acompanhavam ao piano o diplomata Vinicius de Moraes, que cantava os sambas da época. Dois anos depois retornou ao Brasil, indo estudar no Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Leu muito durante a adolescência, desde os grandes escritores russos como Dostoievski e Tostoi, franceses, como Céline, Balzac, Zola e Roger Martin, aos brasileiros, como Guimarães Rosa, João Cabral, José Lins do Rego, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade e Graciliano Ramos. Aprendeu a tocar de ouvido, recebendo, da irmã Heloísa, as primeiras noções de violão. Convivendo com os amigos da irmã, que estavam iniciando a bossa nova, sofreu grande influência desse estilo, principalmente de João Gilberto, a quem procurava imitar. Ouvia muito no rádio as músicas de Ataulfo Alves, Ismael Silva, Noel Rosa e outros, além de chorinhos, sambas, marchas, modinhas, baiões e serestas. No Colégio Santa Cruz começou a envolver-se com o movimento estudantil e com organizações como a OAF (Organização de Auxílio Fraterno), que realizava campanhas para arrecadar agasalhos e alimentos para mendigos. Ainda durante o curso científico no Colégio Santa Cruz, começou a destacar-se entre os colegas pelo amor ao futebol, pelas crônicas, chamadas de "Verbâmidas", que escrevia para o jornalzinho da escola, e pela participação constante nas batucadas que ocorrriam no ambiente escolar. Por essa época, escreveu suas primeiras composições, "Canção dos olhos" e "Anjinho". Ainda no Colégio Santa Cruz, pisou num palco, pela primeira vez, num espetáculo no qual cantou a "Marcha para um dia de sol", de sua autoria. Em 1961, foi preso juntamente com um amigo, por "puxar" um carro para dar umas voltas, ocasião em que foi proibido pelos pais de sair à noite antes de completar 18 anos. Dois anos depois, ingressou na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), na qual somente ficaria até o 3º ano. Já no 2º ano da faculdade, tornou-se amigo de Francisco Maranhão e de outros adeptos das batucadas. Criou com alguns colegas o Sambafo, que se reunia após as aulas para cantar e batucar no grêmio escolar ou então no Quitanda, boteco da Rua Dr. Vila Nova. Em 1966, conheceu a atriz Marieta Severo com quem se casou pouco tempo depois e com quem teve três filhas. O casal veio a separar-se em meados dos anos 90, após mais de trinta anos de convivência, mantendo, contudo, assídua convivência.

domingo, 2 de março de 2014

"Pelo Telefone", com Donga e Chico Buarque

"Pelo Telefone", o primeiro samba gravado, interpretado por seu autor, Donga, e por Chico Buarque, acompanhados por Pixinguinha e outros que minha ignorância me impede de identificar, em programa apresentado por Hebe Camargo. Um encontro histórico.

domingo, 2 de junho de 2013

Confira o acervo digital de Chico Buarque

Entre os documentos para consulta encontram-se algumas relíquias da vida do artista, como o livro de impressões da mãe do compositor que relata seus primeiros anos de vida. Ou a história em quadrinhos “O Chico-mirim”, que escreveu aos 12 anos, além de matérias a respeito de sua carreira.
Aproveite!

domingo, 12 de maio de 2013

Dia das mães - Angélica - Chico Buarque

Uma homenagem às mães que perderam seus filhos por causa ditadura e a todas as outras que, felizmente, não viveram essa tragédia. 
Para que nunca se esqueça e nunca mais aconteça. 

sábado, 1 de setembro de 2012

Chico Buarque com Marcelo Freixo? Opa!

Já fiz uma postagem sobre a candidatura Marcelo Freixo. Admiro-me quando leio, na blogosfera, ataques a Marcelo Freixo tão desqualificados quanto os que a oposição DemoTucana faz  ao Governo Dilma. Sou petista e voto nos candidatos do PT. Se, no Rio de Janeiro, o PT tivesse candidato, votaria nesse candidato, mas o PT prefeiriu compor a imensa frente política de vinte partidos (!!) que apóia o ex-flagelador de Lula Eduardo Paes. Não vou fazer juízo do prefeito carioca, mas não consigo aceitar certas críticas a Marcelo Freixo, pretensamente pela esquerda (candidato da Globo, candidato dos ricos e até candidato do PSDB/DEM, antes de eles lançarem candidatos próprios).
Do jeito que as coisas andam, não vou dizer que nunca votaria em alguém como Eduardo Paes. Paes deve ter seus méritos, senão não reuniria tantos partidos, nem teria índices de popularidade tão altos. Mas se Marcelo Freixo não é de esquerda, ninguém é. Freixo não é uma Manuela: uma imagem sem conteúdo. O cara tem trajetória e tem idéias consistentes. O fato de encantar a zona sul carioca não deveria ser encarada como defeito. Me preocupa ver gente do PT atacando Freixo utilizando os mesmos argumentos que eram usados contra o PT em seus primórdios. Não vejo muito futuro no PSOL e no seu discurso moralista, mas Marcelo Freixo me parece uma figura política diferenciada num Brasil com políticos tão parecidos em sua mediocridade.
Acho que Eduardo Paes vai ganhar, mas se houver segundo turno, o simples fato de as idéias defendidas por Marcelo Freixo serem colocadas no processo eleitoral e de ele, sozinho, evitar uma vitória acachapante de vinte partidos reunidos já será uma mensagem importante.
Se o PT, porventura, viesse me cobrar uma postura alinhada à maioria partidária do Rio de Janeiro, eu responderia: eu estou do lado do Chico Buarque.


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Chico Buarque lança músicas inéditas na net

Para driblar a pirataria, compositor adere à moda mundial e antecipa na rede canções inéditas de seu novo CD que sai no mês que vemNovo disco será vendido pela rede com acesso antecipado a três músicas.



Natália Rangel_247 - Um vídeo de 42 segundos disponibilizado na internet no endereço www.chicobastidores.com.br é o “abre-alas” do cronograma de lançamento do novo trabalho do cantor e compositor Chico Buarque, ainda sem título. No curto filme, estão cenas e conversas do artista com outros músicos gravadas nos bastidores do processo criativo do CD, apenas uma prévia de todo o material que será divulgado no mesmo endereço. Filmes, clipes, fotos, capa do CD e música – tudo inédito – serão postados progressivamente no site, a partir da sexta-feira 20, exatamente um mês antes da chegada do disco físico às lojas (20 de julho). E o passaporte para ter acesso a este pacote custa R$ 29,90, será vendido pelo site e dá direito a uma senha especial que permite acessar todas as novidades, e o privilégio de ouvir em primeira mão uma faixa do novo disco antecipadamente e prioridade na compra do CD.
Os fãs do cantor e compositor Chico Buarque que comprarem o passaporte terão acesso também a muitos outros vídeos que mostram os bastidores da gravação do álbum e o foco da promoção é o território brasileiro. O modelo promocional é muito usado por bandas independentes para ajudar no financiamento do seu disco, o que não chega a ser o caso de Chico, que não precisa disso, e adotou o formato para se proteger da pirataria. Nas vésperas do lançamento do disco no Brasil, o site ainda vai disponibilizar para download (aos que adquirirem o passe para isso) vídeos diários com cada uma das novas composições de Chico. A estratégia começou bem: o endereço na Internet já foi compartilhado por mais de 400 mil usuários da rede social Facebook. E o compositor se mandou para Paris logo após finalizar as gravações e atualmente está descansando na Ilha Saint Louise, na França. Entre as novas música de Chico Buarque estão duas composições já conhecidas na voz de outros intérpretes: Sou eu, de Diogo Nogueira, e Se eu soubesse, de Thais Gulin.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

domingo, 17 de outubro de 2010

O apoio de Chico Buarque a Dilma

Um grupo de artistas e intelectuais liderados por Leonardo Boff, Chico Buarque, Emir Sader, Eric Nepumuceno está articulando adesões ao manifesto abaixo de apoio político a eleição de Dilma Roussef. Se você puder aderir agradeceríamos muito: mande sua adesão paraemirsader@uol.com.br ;ericnepomuceno@uol.com.br
E, se você puder, divulgue aos seus amigos do Rio para participarem do ATO POLITICO de entrega do manifesto à candidata, no Teatro CASA GRANDE, dia 18 de outubro, às 20 hs. (Rua Afranio de Mello Franco, 290- Leblon- Rio de Janeiro).
MANIFESTO DE ARTISTAS E INTELECTUAIS PRO DILMA
Nós, que no primeiro turno votamos em distintos candidatos e em diferentes partidos, nos unimos para apoiar Dilma Rousseff. Fazemos isso por sentir que é nosso dever somar forças para garantir os avanços alcançados. Para prosseguirmos juntos na construção de um país capaz de um crescimen to econômico que signifique desenvolvimento para todos, que preserve os bens e serviços da natureza, um país socialmente justo, que continue acelerando a inclusão social, que consolide, soberano, sua nova posição no cenário internacional.
Um país que priorize a educação, a cultura, a sustentabilidade, a erradicação da miséria e da desiguladade social. Um país que preserve sua dignidade reconquistada.
Entendemos que essas são condições essenciais para que seja possível atender às necessidades básicas do povo, fortalecer a cidadania, assegurar a cada brasileiro seus direitos fundamentais.
Entendemos que é essencial seguir reconstruindo o Estado, para garantir o desenvolvimento sustentável, com justiça social e projeção de uma política externa soberana e solidária.
Entendemos que, muito mais que uma candidatura, o que está em jogo é o que foi conquistado.
Por tudo isso, declaramos, em conjunto, o apoio a Dilma Rousseff. É hora de unir nossas forças no segundo turno para garantir as conquistas e continuarmos na direção de uma sociedade justa, solidária e soberana.
Leonardo Boff
Chico Buarque
Fernando Morais
Emir Sader
Eric Nepumuceno

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Chico Buarque nunca falta!

A adesão ao Manifesto pela Cultura lançado pela Unidade Popular extrapolou a fronteira do Rio Grande do Sul. O cantor e compositor Chico Buarque assinou o documento, ao lado de mil gaúchos e gaúchas, entre artistas plásticos,  cineastas, fotógrafos, chargistas, músicos e intelectuais. O documento, que prega a ruptura do isolamento que foi imposto ao estado nos últimos anos também na área cultural, será lançado na próxima segunda-feira (6), às 18h30, no Boteco Imperial (Rua Santana, 375, em Porto Alegre).