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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

CPMI do MST é encerrada

Onyx: o mentor intelectual da CPMI inútil
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do MST foi encerrada sem sequer votar o relatório final. A CPMI requerida pelo Deputado Federal Onyx Lonrenzoni (DEM-RS) foi uma manobra dos ruralistas para crininalizar o MST, ao longo de treze reuniões oficiais e outras investigaçoes paralelas, a CPMI não conseguiu concluir nada que incriminasse o MST. A instalação da Comissão e alguns momentos de seu funcionamento foi feito com alarde pela mídia. Porém, seu encerramento formal, em 31 de janeiro, não mereceu nem um pé de página.Vou esperar até segunda, se não houver nenhuma divulgação do fato vou começar a pensar que a grande mídia só anuncia o que interessa aos seus patrocinadores.
Leia mais, clicando aqui.

terça-feira, 6 de julho de 2010

CPI da Kátia não achou irregularidade NENHUMA no MST. E ela quer prorrogar

O Conversa Afiada reproduz as conclusões e as recomendações do relatório da CPI do MST, montada por Kátia Abreu e Ronaldo Caiado, como parte do processo de criminalização do MST.
Essa é a terceira CPI que se monta contra o MST.
Gastam dinheiro, tempo, e concluem a mesma coisa: o MST não rouba.
A propósito, as organizações ligadas à Confederação Nacional da Agricultura da senadora Kátia Abreu recebe, do Governo Federal, VINTE E CINCO VEZES – clique aqui para ler – mais dinheiro do que o MST.
Já se esgotou o prazo desta CPI.
A Senadora Kátia, porém, quer prorrogá-la por mais seis meses.
Deve ser para arranjar uma “crise” que ajude a malograda candidatura do jenio.
Afinal, o jenio mandou a polícia garantir a posse das terras griladas pela Cutrale no interior de São Paulo.  
O interessante é que a Senadora Kátia não costuma frequentar as  sessões da CPI.
Leia as conclusões e as recomendações do relator Gilmar Tatto, do PT/SP:

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Morte e assassinato


Alguém deve alertar os articulistas do PRBS que morte e assassinato são coisas diferentes. A morte do presidente é uma coisa, seu assassinato seria outra. A morte do Maurício Sirotsky é uma coisa, o assassinato do Jaime Sirotsky seria outra, e assim por diante.
A morte de um sem-terra é muito diferente de um assassinato pelas costas.
O boletim do PRBS continua execrável.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Lonas e latas


O Promotor que desejava acabar com as escolas itinerantes cansou. Entregou o bastão para outros. O boletim do PRBS fez uma ampla reportagem sobre o fato, com direito a todas as tramas possíveis urdidas pelo MST. Se alguém se der ao trabalho de folhear um pouco mais o boletim, encontrará uma matéria sobre estudantes mantidos em escolas de lata. A matéria é um exemplo de meiguice. Fala da festa de aniversário de quinze anos de uma garota que estuda no conteiner realizada dentro do container.
Quantas páginas o boletim dedicou às escolas itinerantes e quantas às escolas de lata? Qual é o problema mais sério? As escolas de lata atingem mais estudantes que as itinerantes e, ao contrário das escolas do MST, nenhum dos enlatados escolheu aquele ambiente. Há indícios, segundo Raul Pont, de cálculo exagerado no valor dos containers. Para o PRBS, no entanto, o problema são as lonas do MST e o que é dito lá dentro.

Alerto aos leitores e leitoras que não sou fã da pedagogia do MST, mas escola de lata não educa melhor que a escola dos acampamentos. Uma imprensa com alguma dignidade deveria ir mais fundo no assunto.