Mostrando postagens com marcador Paim. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paim. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Vote Paim e Rigotto e eleja Ana Amélia e Rigotto

Não tive acesso às sofisticadas pesquisas sobre a complicada eleição de dois senadores. Esse negócio de votar duas vezes para eleger algo que a gente não sabe bem o que faz é muito estranho. Minha intuição me diz que tem muito eleitor do Paim que vai dar o segundo voto no Rigotto. Não querem a Ana Amélia, mas não querem perder o voto. O problema é que, se os eleitores do Paim votarem no Rigotto, mas os do Rigotto não votarem no Paim... vai faltar voto pro Paim.
No início, achava que Paim disputaria a segunda vaga com a musa do agronegócio e que o Rigotto tava garantido. Mas, de novo, Rigotto mostra que só chega na frente quando larga atrás. As pesquisas (que eu não comento) dizem que a nossa Katia Abreu tá disparando e deixando os outros pra trás, brigandopela segunda vaga. Numa situação dessas, é até um deboche um eleitor do Paim dar seu rico votinho para o Rigotto. Acredito na sensibilidade dos eleitores (eu acredito na humanidade!). Acredito que, percebendo o modo como as coisas estão acontecendo, não deixarão o Paim de fora do Senado, dando seu segundo voto ao Rigotto. Como a minha crendice não acaba, acredito, também, que os eleitores do PDT votarão no Paim.
Tem tempo, mas tem que ser logo.
Quanto a mim, voto no Paim e na Abgail. Assim, perco só um voto e não os dois.

sábado, 28 de agosto de 2010

Desculpem companheiros, mas...

Sou engajado, mas sou crítico. Então, aí vai.
Primeiro: por mais que eu não goste da Rosane Oliveira e respeite o Cpers, tenho que concordar com a "abelha rainha". O Cpers perdeu uma chance de deixar a Yeda de saia justa. Ou ia, e ficava nomeio do inferno, espremida entre os outros candidatos e o professorado indignado com ela, ou não ia e teria que ficar se explicando. Que ela é inimiga dos professores a gente já sabe,  não precisava deuxar ela fora do debate pra mostrar isso.
Segundo: não vou levar de barato que o Paim esteja mesmo em terceiro (como vocês bem sabem, não comento pesquisa). Mas ter como estratégia  principal  dizer que é preciso votar em Paim e Abgail não me parece muito eficaz para enfrentar os dois pesos pesados adversários.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Entrevista com Paulo Paim

Não concordo com tuto o que o Paim disse, mas vale a pena conhecer o que ele pensa.
Paim pretende aprovar projetos que encaminhou
O senador Paulo Paim (PT) já apresentou mais de mil projetos nos 24 anos em que está no Congresso Nacional. Boa parte deles se tornou lei quando era deputado federal e nos últimos oito anos, no Senado. Mas o petista vai buscar a reeleição para trabalhar pela aprovação de outras propostas suas. Ele destaca como principais a extinção do fator previdenciário e o fim do voto secreto no Legislativo nacional.

Nesta entrevista ao Jornal do Comércio, Paim também fala de sua estratégia de campanha, da crise ética no Senado e do que pensa sobre as reformas política e tributária. Na questão fiscal, o parlamentar aponta como principal medida a desoneração da folha salarial, para permitir a criação de mais empregos.

Jornal do Comércio - Por que concorrer à reeleição?
Paulo Paim - Tenho mais de mil projetos apresentados. Na campanha não direi “vou fazer, vou apresentar, vou defender”. Tudo está tramitando no Senado. Com tantos projetos e a minha forma de trabalho no Senado, dialogando com os 81 senadores e tendo uma relação boa também na Câmara dos Deputados, entendi que a melhor forma de ajudar o nosso povo é ficar por mais um mandato. Mas é o último. Não quero me eternizar.

JC - Mas o senhor vai cumprir os oito anos?
Paim - Vou. Tenho uma relação muito boa com os outros dois senadores (gaúchos), (Pedro) Simon (PMDB) e (Sérgio) Zambiasi (PTB). Simon falou na tribuna uma frase que gosto de repetir: “Paim, o Senado era um antes de você chegar e é outro agora, depois que você trouxe a questão social”. Ele disse ainda: “Tem dois votos para o Senado. O PMDB já escolheu um (Germano Rigotto). O meu segundo voto vou anunciar no momento adequado. Mas não vou anular”.

terça-feira, 22 de junho de 2010

O Rio Grande no Senado

Já fiz uma postagem em que dizia que seria melhor que Paim fosse o único candidato da esquerda ao Senado. Obviamente ninguém ligou para a minha opinião. Como parte do processo de coligações, a Abigail foi escolhida para ser a outra candidata da Frente Popular/Frente Ampla/União Popular.. ou seja lá o nome que tiver a coligação pró-Dilma no RS.
Votarei nela, sou um cara disciplinado e o meu voto não está em disputa. Porém, já se lê o quanto as outras duas candidaturas competitivas ao Senado estão se grantindo como candidaturas únicas. Se fosse indiferente para eles, Ana Amélia e Rigotto, juntamente com seus partidos, não estariam buscando garantir-se como os únicos nomes, ficando livres para pedirem o segundo voto de seus adversários.
A defesa da candidatura de Abigail é simples: sendo mulher, tira votos da Ana Amélia, sendo de Caxias, tira votos do Rigotto. Isso é um argumento ou uma justificativa?
Na minha singela opinião, ela vai dividir tempo, dinheiro e estrutura com a candidatura do Paim, além de dificultar a briga pelo segundo voto. Agora tá feito. Vamos ver no que vai dar.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Paim, candidato único

Admiro o trabalho do senador Paulo Paim, embroa não seja um fã incondicional, como existem tantos. Seu trabalho no senado tem que continuar.
Respeitado por todos, Paim carrega o "defeito", para a mídia gaúcha, de ser do PT. Eles não o atacam, mas tampouco gostariam de ver sua reeleição. Seria um golpe no PT e  em Paim. Na minha singela opinião, Rigotto e Ana Amélia são as apostas do PRBS e seus aliados.
Ao que tudo indica, nem PMDB, nem PP terão um(a) segundo(a) candidato(a) ao senado com densidade eleitoral, se é que terão outra candidatura. Assim, um poderá ter o voto do outro e as campanhas correrão em paralelo, auxiliando-se mutuamente e cultivandoo voto útil contra o PT. Paim é um nome forte, tem condições de se eleger, mas não acho prudente correr riscos. Se eu tivesse alguma influência na cúpula petista proporia que Paim fosse o único candidato do partido. Seria um gesto de inteligência política.