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segunda-feira, 12 de maio de 2014

A corajosa mãe que enfrentou os nazistas ucranianos

Em: Voltaire.net
Durante una ceremonia solemne dedicada al Día de la Victoria sobre el nazismo, el gobernador de una región ucraniana pisoteó la memoria de los veteranos de la Segunda Guerra Mundial proclamando que Hitler trató de liberar a Ucrania de la esclavitud soviética. Estos son los fascistas y neonazis que gozan del respaldo de la Unión Europea y Estados Unidos. La sociedad civil ucraniana (y europea) comienza a protestar por la imbecilidad y ceguera de sus dirigentes que apoyan a estos extremistas únicamente por razones geopolíticas contra Rusia.
«Hoy recordamos cómo las personas lucharon contra los agresores que trataban de apoderarse de nuestra tierra y esclavizar al pueblo, amparándose en los lemas de la liberación de las tierras presuntamente ocupadas por Hitler», proclamó Yuri Odarchenko, gobernador de la región de Jersón, apelando a sus conocimientos de historia y a «muchos programas de televisión sobre el tema».
«Pero Hitler presentó en primer lugar las consignas de liberar a los pueblos del yugo comunista y de liberar a los pueblos del tirano Stalin», dijo Odarchenko ante los veteranos de la Gran Guerra Patria congregados para recordar a los 27 millones de soviéticos caídos en la lucha contra la Alemania nazi.
Pese a que sus palabras desataron la indignación de la multitud, que empezó a abuchearlo y a gritar «¡Vergüenza!», el político prosiguió con su versión de los hechos hasta que una joven madre con un niño en brazos se acercó a él, le arrancó el micrófono de las manos y lo arrojó al suelo.


quarta-feira, 26 de março de 2014

Ucrânia aumentará preço do gás em 50% para a população

Medida foi exigida pelo FMI, para ajuda financeira a Kiev.

Aumento para os industriais será de 40%

Ucrânia irá aumentar em 50% o preço do gás à população a partir do dia 1º de maio, uma medida impopular exigida pelo FMI para fornecer ajuda financeira a Kiev, indicou nesta quarta-feira (26) o operador de gás nacional.
Para os industriais, o aumento será de 40% e se aplicará a partir de 1º de junho, informou Yuri Kolbuchin, um dos diretores da companhia de gás nacional Naftogaz, citado pela imprensa ucraniana. O governo espera firmar ainda nesta quarta-feira um acordo com o Fundo Monetário Internacional.
Em: G1

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Entenda a onda de protestos na Ucrânia


Presidente ucraniano apoiado pela Rússia desiste de acordo para estreitar laços com Europa

De: BBC
O Parlamento da Ucrânia rejeitou uma tentativa da oposição de forçar a renúncia do governo nesta terça-feira. O pedido havia sido feito com o apoio de milhares de manifestantes que tomam as ruas da capital para protestar contra a decisão do governo de cancelar um acordo para estreitar os laços do país com a União Europeia.
A oposição havia apresentado uma moção de desconfiança, que obteve 186 votos de parlamentares - 40 a menos que o mínimo necessário.
Os participantes dos protestos querem a renúncia do premiê Azarov e do presidente Viktor Yanukovych, que segundo analistas, é apoiado pela Rússia. O governo ucraniano sofreu forte pressão econômica de Moscou para desistir do acordo com o bloco europeu.Mais cedo o premiê ucraniano Mycola Azarov havia pedido desculpas ao Parlamento pela repressão violenta da polícia aos manifestantes.
Os manifestantes ainda estão nas ruas e cogitam organizar uma greve geral no país.
Entenda a seguir quais são as causas da atual onda de protestos na Ucrânia.
O que causou os protestos?
O gatilho foi a decisão do governo de não assinar uma parceria abrangente com a União Europeia, apesar de anos de negociações destinados a integrar a Ucrânia com os 28 países do bloco.
A decisão foi anunciada em 21 de novembro e causou grande frustração em uma reunião da UE com ex-repúblicas soviéticas no final de novembro.
Milhares de ucranianos favoráveis à adesão à União Europeia tomaram as ruas da capital – em 24 de novembro o número de manifestantes foi estimado em 100.000. Eles exigiam que o presidente Viktor Yanukovych voltasse atrás na sua decisão e retomasse as negociações com o bloco europeu.
Contudo, o mandatário se recusou e os protestos se intensificaram. Agora, os manifestantes exigem a renúncia de Yanukovych e seu gabinete.
Quem são os manifestantes?
Provavelmente o manifestante mais conhecido é Vitali Klitschko, um campeão de boxe que se transformou em líder opositor. Ele lidera um movimento chamado Udar (soco) e planeja concorrer à Presidência em 2015.
Sua principal bandeira de campanha é "um país moderno com padrões europeus" – o que significa, na prática, significa diminuir as relações com a Rússia e estreitar os laços com a União Europeia.
Outro grupo opositor que participa dos protestos é chamado Svoboda (liberdade). O movimento é considerado ultranacionalista e seu líder é Oleh Tyahnybok.
Também tomou parte dos protestoso o ex-premiê polonês e atual líder de oposição Jaroslaw Kaczysnski. Historicamente
A Polônia tem laços históricos com a Ucrânia. O leste ucraniano já foi parte do território da Polônia e os dois países compartilham de fortes laços culturais e religiosos (ambos são católicos).
A maior parte dos ucranianos ocidentais se sentem próximos do Ocidente e suspeitam da Rússia. A Polônia é uma voz forte na União Europeia na luta para incluir a Ucrânia no bloco.
Um dos mais importantes manifestantes ucranianos é Arseniy Yatsenyuk, líder do segundo maior partido ucraniano, chamado Pátria. Ele é aliado de Yulia Tymoshenko, uma ex-premiê atualmente na cadeia cumprindo pena por abuso de poder e principal rival política do presidente Yanukovych.
Por que Yulia Tymoshenko é importante?
Tymoshenko é reconhecida internacionalmente como símbolo da oposição a Yanukovych e virou causa célebre na Europa.
Ela foi presa em 2011 acusada de uso indevido de poder em um acordo sobre gás com a Rússia em 2009. Muitos políticos europeus aceitaram sua versão de que sua condenação a sete anos de prisão foi motivada politicamente.
A Corte Europeia de Direitos Humanos não foi tão longe, mas concluiu que a prisão provisória dela antes do julgamento foi "arbitrária e fora da lei".
A União Europeia determinou a libertação dela como pré-condição para a assinatura do acordo com a Ucrânia – mas Yanukovych resistiu à pressão.
A ex-premiê, que deseja receber tratamento de saúde na Alemanha, defendeu que o acordo fosse assinado mesmo sem sua libertação.
Nos protestos de agora há um forte eco da Revolução Laranja de 2004 na Ucrânia. Tymoshenko foi uma figura importante naquela revolução pró-Ocidente.
Naquela ocasião, a líder também enfrentou Yanukovych. Ele foi retirado do poder em 2004, depois que sua eleição foi julgada fraudulenta. Na época a Russia o apoiou – e ainda apóia.
Até onde vai a influência da Rússia no país?
Para analistas, a decisão do governo de suspender a negociações pela entrada na UE se deve diretamente à forte pressão da Rússia.
A Rússia adotou medidas como inspeções demoradas nas fronteiras e o banimento de doces ucranianos, além de ter ameaçado com várias outras medidas de impacto econômico.
A Ucrânia está em uma longa disputa com Moscou sobre o custo do gás russo. Além disso, no leste do país – onde ainda se fala russo – muitas empresas dependem das vendas para a Rússia.
Yanukovych ainda tem uma grande base de apoio no leste da Ucrânia, onde ocorreram manifestações promovidas por seus aliados.

Por séculos, a Ucrânia foi dominada por Moscou e muitos russos entendem que o vizinho do leste ainda é vital para seus interesses.