quarta-feira, 19 de março de 2014

segunda-feira, 17 de março de 2014

Brasil gerou 260 mil empregos formais em fevereiro

Luciano Nascimento - Agência Brasil


Editor: Stênio Ribeiro

Em fevereiro, foram gerados 260.831 empregos formais no país, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado hoje (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Foram 1.989.181 admissões, frente a 1.728.358 desligamentos.

O número de empregos formais em fevereiro mais que dobrou em relação aos 123.446 empregos registrados no mesmo mês de 2013, e foi maior do que os 150.600 de fevereiro de 2012, mas ficou aquém dos 280.799 postos líquidos de trabalho contabilizados em fevereiro de 2011.
Segundo o MTE, o emprego formal cresceu 0,64%,em relação ao estoque de janeiro. De janeiro de 2011, início do governo da presidenta Dilma Rousseff, a fevereiro de 2014 o Caged soma 4.792.529 postos de trabalho, dos quais 1.157.709 nos últimos 12 meses. O resultado representa aumento de 10,88% sobre o estoque de empregos no final de 2010.
Todos o setores apresentaram melhor comportamento frente a fevereiro de 2013. Em números absolutos, os destaques foram para os setores de serviços, com 143.345 postos - saldo recorde para o período -, indústria de transformação (51.951 postos), construção civil (25.055 postos) e comércio (19.330 vagas).
No setor de serviços, os segmentos que mais geraram empregos foram: ensino (48.813) - crescimento de 3,18% no mês -, alojamento e alimentação (36.337), transportes e comunicações (13.333) e serviços méeicos e odontológicos (8.704).
Na indústria de transformação, o Caged mostra expansão em 11 dos 12 segmentos que integram o setor. A indústria química registrou saldo recorde para o mês, com 7.172 postos de trabalho, um aumento de 0,74%. Já a indústria da borracha registrou o melhor resultado para o mês, nos últimos quatro anos, com geração de 6.636 empregos, aumento de 1,88%, seguida pela indústria têxtil (6.214 empregos e amento de 0,60% - segundo maior saldo para o mês.
A indústria de produtos alimentícios registrou o terceiro maior saldo para o mês, com 12.587 postos líquidos de trabalho - aumento de 0.65%, juntamente com a indústria de calçados (7.271 postos (+2,13%). A indústria de material de transporte foi o único ramo industrial que não cresceu. Ao contrário, teve redução de 44 postos de trabalho.

Nat King Cole faria 95 anos, hoje




  • Nat King Cole, nome artístico de Nathaniel Adams Coles, foi um cantor e músico de jazz norte-americano, pai da cantora Natalie Cole. O apelido de "King Cole" veio de uma popular cantiga de roda inglesa conhecida como Old King Cole.




  • Cônjuge: Maria Cole (de 1948 a 1965), Nadine Robinson (de 1937 a 1948)

  • MP vai denunciar militares pela morte de Rubens Paiva

    domingo, 16 de março de 2014

    Miriam Leitão: Rodrigo Constantino e Reinaldo Azevedo emburrecem o país


    Miriam Leitão: Rodrigo Constantino e Reinaldo Azevedo emburrecem o país
    “Pensamentos rasteiros, argumentos desqualificadores, ofensas pessoais, de nada servem. São lixo, mas muito rentável para quem o produz”, afirmou a jornalista

    Miriam Leitão (Foto: Reprodução/TV Globo)
    A jornalista Miriam Leitão, colunista do Globo, publicou um importante artigo neste domingo sobre a “miséria do debate” brasileiro.
    No texto, ela bate duro em dois representantes da “direita hidrófoba” brasileira: o colunista Reinaldo Azevedo, de Veja e Folha, e o economista Rodrigo Constantino, que tem colunas em Veja e no próprio Globo.
    “Os epítetos ‘petralha’ e ‘privataria’ se igualam na estupidez reducionista. São ofensas desqualificadoras que nada acrescentam ao debate”, diz a jornalista.
    Dizendo-se alvo dos dois lados, de quem a critica pela esquerda e pela direita, Miriam passou a tratar então de Reinaldo Azevedo. “Recentemente, Suzana Singer foi muito feliz ao definir como um ‘rottweiler’ o recém-contratado pela Folha de S. Paulo (…) ele já rosnou para mim várias vezes, depois se cansou como fazem os que ladram atrás das caravanas”.
    Miriam resgatou ainda um texto revelador, em que Reinaldo cobrava dela um pedido de desculpas ao senador Demóstenes Torres (leia aqui).
    Depois de tratar de Reinaldo, Miriam saltou para Rodrigo Constantino, o mais caricato personagem da nova direita brasileira, que, segundo a jornalista do Globo, produz “indigências mentais”. Miriam se refere à resposta agressiva que recebeu quando defendeu a nomeação de Janet Yellen para o Federal Reserve, o banco central americano. “O que importa o que a liderança do Fed tem entre as pernas?”, perguntou Constantino em Veja (leia aqui).
    Miriam conclui seu texto afirmando que tais tipos de desqualificação são apenas “lixo”. Nada mais.
    Leia, abaixo, seu artigo:
    O Brasil não está ficando burro. Mas parece, pela indigência de certos debatedores que transformaram a ofensa e as agressões espetaculosas em argumentos. Por falta de argumentos. Esses seres surgem na suposta esquerda, muito bem patrocinada pelos anúncios de estatais, ou na direita hidrófoba que ganha cada vez mais espaço nos grandes jornais.
    É tão falso achar que todo o mal está no PT quanto o pensamento que demoniza o PSDB. O PT tem defeitos que ficaram mais evidentes depois de dez anos de poder, mas adotou políticas sociais que ajudam o país a atenuar velhas perversidades. O PSDB não é neoliberal, basta entender o que a expressão significa para concluir isso.
    A ele, o Brasil deve a estabilização e conquistas institucionais inegáveis. A privatização teve defeitos pontuais, mas, no geral, permitiu progressos consideráveis no país e é uma política vencedora, tanto que continuou sendo usada pelo governo petista. O PT não se resume ao mensalão, ainda que as tramas de alguns de seus dirigentes tenham que ser punidas para haver alguma chance na luta contra a corrupção. Um dos grandes ganhos do governo do Partido dos Trabalhadores foi mirar no ataque à pobreza e à pobreza extrema.
    Os epítetos “petralhas” e “privataria” se igualam na estupidez reducionista. São ofensas desqualificadoras que nada acrescentam ao debate. São maniqueísmos que não veem nuances e complexidades. São emburrecedores, mas rendem aos seus inventores a notoriedade que buscam. Ou algo bem mais sonante. Tenho sido alvo dos dois lados e, em geral, eu os ignoro por dois motivos: o que dizem não é instigante o suficiente para merecer resposta e acho que jornalismo é aquilo que a gente faz para os leitores, ouvintes, telespectadores e não para o outro jornalista. Ou protojornalista. Desta vez, abrirei uma exceção, apenas para ilustrar nossa conversa.
    Recentemente, Suzana Singer foi muito feliz ao definir como “rottweiller” um recém-contratado pela “Folha de S.Paulo” para escrever uma coluna semanal. A ombudsman usou essa expressão forte porque o jornalista em questão escolheu esse estilo. Ele já rosnou para mim várias vezes, depois se cansou, como fazem os que ladram atrás das caravanas.
    Certa vez, escreveu uma coluna em que concluía: “Desculpe-se com o senador, Miriam”. O senador ao qual eu devia um pedido de desculpas, na opinião dele, era Demóstenes Torres. Não costumo ler indigências mentais, porque há sempre muita leitura relevante para escolher, mas outro dia uma amiga me enviou o texto de um desses articulistas que buscam a fama. Ele escreveu contra uma coluna em que eu comemorava o fato de que, um século depois de criado, o Fed terá uma mulher no comando.
    Além de exibir um constrangedor desconhecimento do pensamento econômico contemporâneo, ele escreveu uma grosseria: “O que importa o que a liderança do Fed tem entre as pernas?” Mostrou que nada tem na cabeça. Não acho que sou importante a ponto de ser tema de artigos. Cito esses casos apenas para ilustrar o que me incomoda: o debate tem emburrecido no Brasil. Bom é quando os jornalistas divergem e ficam no campo das ideias: com dados, fatos e argumentos.
    Isso ajuda o leitor a pensar, escolher, refutar, acrescentar, formar seu próprio pensamento, que pode ser equidistante dos dois lados. O que tem feito falta no Brasil é a contundência culta e a ironia fina. Uma boa polêmica sempre enriquece o debate. Mas pensamentos rasteiros, argumentos desqualificadores, ofensas pessoais, de nada servem. São lixo, mas muito rentável para quem o produz.

    Nove coxinhas de jaleco vaiam Dilma e ganham capa no Globo

    dilma
    Realmente, o Globo é muito “isento” e “imparcial”.
    A presidente foi à Araguaína, no interior de Tocantins, inaugurar 1.788 unidades de casas do programa Minha Casa Minha Vida, numa versão mais avançada do programa, onde os imóveis são de “alto padrão”, equipados até com placas de energia solar.
    É recebida com euforia por milhares de pessoas, a começar pelos beneficiados e suas famílias.
    Aí aparecem nove coxinhas estudantes de Medicina, que protestavam contra o programa Mais Médicos, vaiam a presidente e gritam um lugar comum idiota do udenismo: “PT Corrupção”.
    Eu até consegui uma foto dos meninos, onde vimos quatro cartazetes improvisados. Os coxinhas estavam esmagados no meio do povo que aplaudia e escutava a presidente:
    dilma2
    Realmente, é um protesto “enorme”!
    O que aparece na capa do Globo?
    ScreenHunter_3494 Mar. 15 13.01
    Detalhe curioso: no jornal impresso, a matéria fala em “dez estudantes de Medicina”. No site, corrigiram para nove estudantes.
    As quase 1.800 casas irão beneficiar mais de 7.000 pessoas. Imagine o impacto social e econômico de uma iniciativa assim numa cidade média?
    É interessante assistir à fala da Dilma no evento. Ela se emociona ao lembrar do que lhe disse uma senhora sobre o que representava para ela ter, enfim, uma casa com endereço. Em muitas comunidades pobres, e são centenas de milhares espalhadas pelo Brasil, as casas não tem endereço porque foram construídas de maneira irregular. Não tem cadastro sequer na prefeitura da cidade.
    Enquanto isso, Aécio Neves, informa Jorge Bastos Moreno, em sua coluna de hoje, não sai de “certo restaurante de comida japonesa no Rio, na companhia de bacanas”.
    Talvez o tucano ganhe o voto dos nove coxinhas de jaleco. Possivelmente serão os únicos votos em Aécio na cidade.
    O programa Minha Casa Minha Vida, assim como os Mais Médicos, pela sua magnitude, tornou-se um programa estruturante, sobretudo em sua nova etapa, na qual os conjuntos habitacionais trazem também postos de saúde, escolas e creches.
    Isso explica a forte popularidade de Dilma junto à população mais pobre e nas cidades pequenas.

    Mais um privilégio do Zé Dirceu: não receber a visita do filho no dia do aniversário.

    Este será o primeiro aniversário do meu pai que estarei longe dele. Por força da lei estou impedido de visitá-lo, prova de que ele não tem privilégio algum. Não tem sido fácil! Infelizmente ele teve sua liberdade privada, depois de um julgamento incoerente impulsionado pela pressão da elite e da grande mídia. Foi condenado sem provas, mesmo tendo provado sua inocência. Um absurdo! Tenho certeza que ele está pagando pelas transformações e mudanças positivas vividas pelo Brasil nos últimos anos, que até hoje nossos adversários não aceitam. Independente dessa injustiça, nada me desanima! Sigo ainda mais forte balhando por nossas lutas pelo bem de todos. Para o meu pai, só peço a que Deus lhe dê muita saúde, sinta o amor da nossa família e dos amigos e seja completo de paz de espírito para superar mais este obstáculo em sua vida. Agradeço também a todos que têm sido solidários neste momento de fragilidade. Vamos em frente com força e fé! Parabéns pai, te amo muito!!! Receba meu beijo e abraço forte! #parabenszedirceu68 #zedirceu68 #zd68 #niverdoze  

Foto: Aniversário Zeca Dirceu 2013.
    Este será o primeiro aniversário do meu pai que estarei longe dele. Por força da lei estou impedido de visitá-lo, prova de que ele não tem privilégio algum. Nãotem sido fácil! Infelizmente ele teve sua liberdade privada, depois de um julgamento incoerente impulsionado pela pressão da elite e da grande mídia. Foi condenado sem provas, mesmo tendo provado sua inocência. Um absurdo! Tenho certeza que ele está pagando pelas transformações e mudanças positivas vividas pelo Brasil nos últimos anos, que até hoje nossos adversários não aceitam. Independente dessa injustiça, nada me desanima! Sigo ainda mais forte balhando por nossas lutas pelo bem de todos. Para o meu pai, só peço a que Deus lhe dê muita saúde, sinta o amor da nossa família e dos amigos e seja completo de paz de espírito para superar mais este obstáculo em sua vida. Agradeço também a todos que têm sido solidários neste momento de fragilidade. Vamos em frente com força e fé! Parabéns pai, te amo muito!!! Receba meu beijo e abraço 
    Este será o primeiro aniversário do meu pai que estarei longe dele. Por força da lei estou impedido de visitá-lo, prova de que ele não tem privilégio algum. Não tem sido fácil! Infelizmente ele teve sua liberdade privada, depois de um julgamento incoerente impulsionado pela pressão da elite e da grande mídia. Foi condenado sem provas, mesmo tendo provado sua inocência. Um absurdo! Tenho certeza que ele está pagando pelas transformações e mudanças positivas vividas pelo Brasil nos últimos anos, que até hoje nossos adversários não aceitam. Independente dessa injustiça, nada me desanima! Sigo ainda mais forte balhando por nossas lutas pelo bem de todos. Para o meu pai, só peço a que Deus lhe dê muita saúde, sinta o amor da nossa família e dos amigos e seja completo de paz de espírito para superar mais este obstáculo em sua vida. Agradeço também a todos que têm sido solidários neste momento de fragilidade. Vamos em frente com força e fé! Parabéns pai, te amo muito!!! Receba meu beijo e abraço forte! #parabenszedirceu68 #zedirceu68 #zd68 #niverdoze  

Foto: Aniversário Zeca Dirceu 2013.

    sábado, 15 de março de 2014

    Oh Darling, dos Beatles, por Paula Alexander

    E não é que, meio sem querer, a gente acha gente interessante e talentosa. Essa Paula Alexander canta muito bem. Merecia ser mais conhecida.