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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Pelo telefone, presidente eleito de Israel se desculpa com Dilma por declaração de porta-voz


Nota Oficial
Nesta segunda-feira (11), a presidenta Dilma Rousseff falou por telefone com o recém-eleito presidente de Israel, Reuven Rivlin. Durante a conversa, o novo mandatário israelense pediu desculpas pelas declarações do porta-voz de sua Chancelaria em relação ao Brasil e esclareceu à presidenta que as expressões usadas não correspondem aos sentimentos da população de seu país.
Confira a íntegra da nota:
“A Presidenta Dilma Rousseff recebeu hoje chamada telefônica do recém-eleito presidente de Israel, Reuven Rivlin.
Na conversa dos dois mandatários, o Chefe de Estado israelense apresentou desculpas pelas recentes declarações do porta-voz de sua Chancelaria em relação ao Brasil. Esclareceu que as expressões usadas por esse funcionário não correspondem aos sentimentos da população de seu país em relação ao Brasil. A Presidenta fez referência aos laços históricos que unem os dois países há várias décadas.
Na conversação dos dois dirigentes foi evocada a grave situação atual da Faixa de Gaza. O mandatário israelense afirmou que o país estava defendendo-se dos ataques com mísseis que seu território vinha sofrendo.
A presidenta Dilma afirmou que o governo brasileiro condenara e condena ataques a Israel, mas que condena, igualmente, o uso desproporcional da força em Gaza, que levou à morte centenas de civis, especialmente mulheres e crianças. Reiterou a posição histórica do Brasil em todos os foros internacionais de defesa da coexistência entre Israel e Palestina, como dois Estados soberanos, viáveis economicamente e, sobretudo, seguros.
Manifestando sua esperança de que a continuidade do cessar-fogo e as negociações atuais entre as partes possam contribuir para uma solução definitiva de paz na região, a Presidenta do Brasil enfatizou que a crise atual não poderá servir de pretexto para qualquer manifestação de caráter racista, seja em relação aos israelenses, seja em relação aos palestinos.”
Secretaria de Comunicação Social
Presidência da República

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Carta de Javier Bardem sobre la masacre en Gaza

Solo las alianzas geopolíticas, esa máscara hipócrita de los negocios -por ejemplo, la venta de armas- explican la posición vergonzosa de EEUU, la UE y España

Morir bajo el amparo de la ONU

En el horror que está sucediendo en Gaza NO cabe la equidistancia ni la neutralidad. Es una guerra de ocupación y de exterminio contra un pueblo sin medios, confinado en un territorio mínimo, sin agua y donde hospitales, ambulancias y niños son blancos y presuntos terroristas. Difícil de entender e imposible de justificar. Y vergonzosa la postura de la comunidad internacional occidental de permitir tal genocidio.
No entiendo esta barbarie que los horribles antecedentes del pueblo judío hacen aún más cruelmente incomprensibles. Solo las alianzas geopolíticas, esa máscara hipócrita de los negocios -por ejemplo, la venta de armas- explican la posición vergonzosa de EEUU, la UE y España.
Sé que los de siempre deslegitimarán mi derecho a la opinión con temas personales, por eso quiero aclarar los siguientes puntos:
Sí, mi hijo nació en un hospital judío porque tengo gente muy querida y cercana que es judía y porque ser judío no es sinónimo de apoyar esta masacre, igual que ser hebreo no es lo mismo que ser sionista, y ser palestino no es ser un terrorista de Hamas. Eso es tan absurdo como decir que ser alemán te emparenta con el nazismo.
Sí, trabajo también en USA donde tengo amigos y conocidos hebreos que rechazan tales intervenciones y políticas de agresión. "No se puede invocar la autodefensa mientras se asesina a niños", me decía uno de ellos por teléfono ayer mismo. Y también otros con los que discuto abiertamente sobre nuestras encontradas posturas.
Sí, soy europeo y me avergüenza una comunidad que dice representarme con su silencio y su nula vergüenza.
Sí, vivo en España pagando mis impuestos y no quiero que mi dinero financie políticas que apoyen esta barbarie y el negocio armamentístico con otros países que se enriquecen matando a niños inocentes.
Sí, estoy indignado, avergonzado y dolido por tanta injusticia y asesinato de seres humanos. Esos niños son nuestros hijos. Es el horror. Ojalá que haya compasión en los corazones de los que matan y desaparezca este veneno asesino que solo crea mas odio y violencia. Que aquellos israelíes y palestinos que solo sueñan con paz y convivencia puedan un día compartir su solución.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Brasil mantém condenação "a uso desproporcional da força" por Israel em Gaza

Flávia Albuquerque e Bruno Bocchini – Repórteres da Agência Brasil Edição: Nádia Franco
Brasília - O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, fala sobre política externa brasileira no Senado ( Antonio Cruz/Agência Brasil)
Chanceler reage a críticas israelenses e diz que Brasil não é anão diplomático Antonio Cruz/Agência Brasil
O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, defendeu hoje (24) a posição do governo brasileiro que, em nota divulgada ontem (23), condenou “energicamente o uso desproporcional da força” por Israel em conflito na Faixa de Gaza.
“Condenamos a desproporcionalidade da reação de Israel, com a morte de cerca de 700 pessoas, dos quais mais ou menos 70% são civis, e entre os quais muitas mulheres, crianças e idosos. Realmente, não é aceitável um ataque que leve a tal número de mortes de crianças, mulheres e civis", disse o ministro. "E é sobre esse fato que essa nova nota fala”, ressaltou Figueiredo, após participar, em São Paulo, de evento na Fundação Getulio Vargas.


Ele acrescentou que a última nota do Itamaraty não omite nada que foi dito antes. "Ao contrário,a gente pede o cessar-fogo imediato. Cessar-fogo quer dizer o quê? [Cessarem] os ataques das duas partes. Não há cessar-fogo unilateral, não é isso que a gente pede. A gente pede que as duas partes parem os ataques. Isso permanece.”O ministro lembrou que, na semana passada, o Itamaraty já havia divulgado nota condenando o movimento islâmico Hamas pelos foguetes lançados contra Israel, e também Israel pelo ataque à Faixa de Gaza. “Israel se queixa que, na última nota, não repetimos a condenação que já tínhamos feito. A condenação que já tínhamos feito continua somos absolutamente contrários ao fato de o Hamas soltar foguetes contra Israel. Isso se mantém. Não há dúvida. Não pode haver dúvida disso”, afirmou Figueiredo.

Figueiredo rebateu ainda afirmação do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, que, segundo o jornal The Jerusalem Post, classificou o Brasil de "anão diplomático", apesar de sua posição econômica e cultural.  “O que eu li é que o Brasil é um gigante econômico e cultural, e é um anão diplomático. Eu devo dizer que o Brasil é um dos poucos países do mundo, um dos 11 países do mundo, que têm relações diplomáticas com todos os membros da ONU [Organização das Nações Unidas]. E temos um histórico de cooperação pela paz e ações pela paz internacional. Se há algum anão diplomático, o Brasil não é um deles, seguramente”, reagiu o chanceler.
Segundo Figueiredo, as declarações do porta-voz da Chancelaria israelense não devem, porém, estremecer as relações de amizade entre os dois países. “Países têm o direito de discordar. E nós estamos usando o nosso direito de sinalizar para Israel que achamos inaceitável a morte de mulheres e crianças, mas não contestamos o direito de Israel de se defender. Jamais contestamos isso. O que contestamos é a desproporcionalidade das coisas”, destacou.
O chanceler também defendeu a posição brasileira assumida no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. O Brasil votou favoravelmente à condenação da atual ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza e à criação de uma comissão internacional para investigar todas as violações e julgar os responsáveis.
“A maioria apoiou, inclusive a América Latina inteira. Nós estamos junto da nossa região e apoiamos, neste caso, uma investigação internacional independente para determinar o que aconteceu, o que está acontecendo. Eu acho razoável haver essa investigação internacional independente, e foi a favor disso que nós nos manifestamos.”

terça-feira, 15 de julho de 2014

Stephen Hawking anuncia apoyo al boicot académico a Israel

El físico Stephen Hawking anunció su apoyo boicot académico a Israel tras cancelar su participación en una conferencia organizada por el presidente israelí Shimon Peres en Jerusalén. Fuentes académicas palestinas indicaron que se trató de una 'decisión independiente para respetar el boicot en base a su conocimiento de Palestina y a la recomendación unánime de sus contactos ahí'.

Stephen Hawking, destacado físico, anunció su apoyo al boicot a Israel
Hawking, de 71 años, reconocido físico teórico y ex profesor Lucasiano de Matemáticas en la Universidad de Cambridge, había aceptado una invitación para encabezar la quinta conferencia presidencial  'Enfrentando el Mañana', a realizarse en Junio.
La conferencia cuenta con importantes personalidades internacionales, atrae a miles de participantes y este año celebrará el 90 cumpleaños de Peres.
Hawking, quién se encuentra en delicado estado de salud, envió una breve carta al presidente de Israel para decirle que había cambiado de opinión. Un comunicado publicado por el Comité Británico para las Universidades de Palestina y aprobado por Hawking indica que se trata de "una decisión independiente para respetar el boicot, en base a su conocimiento de Palestina, y la recomendación unánime de su propios contactos académicos allí ".
La decisión de Hawking marca una nueva victoria en la campaña de boicot, desinversión y sanciones a las instituciones académicas israelíes.
Desde que anunció su participación en la conferencia, Hawking fue 'bombardeado' con mensajes  de los partidarios del boicot tratando de persuadirlo para que cambiara su opinión. Finalmente, Hawking dijo a sus amigos, que había tomado la decisión de seguir el consejo unánime de sus colegas palestinos.
Hawking se une a la creciente lista de personalidades británicas que han rechazado invitaciones para visitar Israel, como Elvis Costello, Roger Waters, Brian Eno, Annie Lennox y Mike Leigh.
Hawking ha visitado Israel en cuatro ocasiones. Durante su más reciente visita, en 2006, pronunció conferencias públicas en las universidades israelíes y palestinas como invitado de la embajada británica en Tel Aviv. En ese momento, dijo que estaba "a la espera de visitar Israel y los territorios palestinos y emocionado por conocer a los científicos israelíes y palestinos".
En 2009, Hawking criticó el ataque de tres semanas de Israel contra Gaza. Entrevistado por a Al-Jazeera indicó que la respuesta de Israel al lanzamiento de cohetes desde Gaza estaba "fuera de proporción", y que  'la situación es como la de Sudáfrica antes de 1990 y no puede continuar." En la misma ocasión opinó que los ataques sobre Gaza no lograrían el objetivo israelí pues "un pueblo bajo ocupación seguirá resistiendo en todas las maneras posibles".
Entrevista con Stephen Hawking - Al Jazeera 2009 (En inglés).
Israel Maimon, presidente de la conferencia presidencial, consideró que "esta decisión es una barbaridad y está mal. El uso de un boicot académico contra Israel es indignante e impropio.  Israel es una democracia en la que todo el mundo puede expresar su opinión, sea la que sea. Una decisión de boicot es incompatible con el discurso democrático abierto ".
En 2011, el parlamento israelí aprobó una ley que penaliza como delito civil cualquier llamado al boicot.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Cristiano Ronaldo e Israel: "Não troco camisa com assassinos"

Cristiano Ronaldo
Cristiano Ronaldo deixa gramado sem trocar camisa com israelense

Ao final da partida entre Portugal e Israel pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 em 25 de março, o jogador português Cristiano Ronaldo recusou-se a trocar sua camisa com a de um jogador de Israel. Questionado sobre a recusa, afirmou: "Não troco minha camisa com assassinos". O jogo terminou empatado em três gols.

Após o apito final, o camisa sete teria sido procurado por um dos israelenses para a troca de camisa. A razão apresentada ao jogador israelense foi que, no uniforme, existe uma bandeira de Israel bordada. A declaração mais dura, mencionando a palavra "assassinos" teria sido registrada no vestiário após o jogo de sexta-feira (18), quando jornalistas perguntaram ao jogador o motivo de ter recusado a troca de camisas.

A foto apresentada pelo Nouvelles d'aujourd'hui mostra outro jogador português carregando uma camisa da seleção de Israel, sem flagrar a polêmica.

Mas o vídeo é bastante claro:


Em março, antes da partida entre as duas seleções, uma guerra virtual havia sido provocada por uma mensagem postada pelo jogador português nas redes sociais. Na ocasião, ele publicou uma foto em uma praia em Telavive com Miguel Veloso, Pepe e Silvio Sá Pereira com a legenda: "Uma bela manhã em Israel com os meus colegas".

Na ocasião, os críticos foram os simpatizantes da causa palestina, que pediram retratação de Cristiano Ronaldo. A rigor, a cidade em questão é a sede administrativa do governo de Israel (a capital oficialmente é Jerusalém), mas os autores das críticas são pessoas que consideram ilegítima a criação desse Estado, estabelecido pela Organização das Nações Unidas em 1948.

Entidades de educação palestinas e vítimas de bombardeios israelenses chegaram a receber os recursos da venda das chuteiras de ouro do atleta português em novembro de 2012. O bem, obtido em 2011 por ter sido eleito o melhor jogador da temporada, era estimado em 1,4 milhão de euros.

De: Vermelho

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Mulher israelense ignora ultraortodoxos e se nega a sentar atrás em ônibus

Tanya Rosenblit. | Foto: Arquivo pessoal Tanya RosenblitGuila Flint,de Tel Aviv para a BBC Brasil
História da engenheira levou discussão sobre segregação de mulheres ao gabinete israelense
Uma mulher israelense negou-se a ceder às imposições de ultraortodoxos que queriam obrigá-la a ficar na parte traseira de um ônibus e tornou-se símbolo da luta contra a segregação das mulheres em áreas religiosas do país.
Na última sexta-feira, a engenheira Tanya Rosenblit, 28 anos, tomou um ônibus em sua cidade, Ashdod (sul de Israel), com destino a Jerusalém.
Tanya diz que, logo depois de sentar-se atrás do motorista, vários homens ultraortodoxos começaram a xingá-la, mandando-a se deslocar para a parte traseira.
"Disse a eles que não estava fazendo nenhuma provocação, e que, se tratando de um ônibus público, todos os cidadãos têm o direito de viajar nele", afirmou Rosenblit.
"Também lhes disse que comprei minha passagem exatamente como eles e que não tinham o direito de me dizer onde sentar."
Os homens afirmavam, segundo a engenheira, que "não poderiam sentar atrás de mulheres" no veículo.
Em Israel, existem 70 linhas de ônibus, predominantemente utilizadas por ultraortodoxos, nas quais é praticada a separação entre homens, que ficam na parte dianteira, e mulheres, que ficam na parte de trás do veículo.
Apesar de protestos de grupos feministas e de grupos de direitos humanos, o fenômeno tornou-se comum em várias regiões do país.

Intervenção policial

Devido à resistência de Rosenblit, os homens impediram o ônibus de prosseguir sua viagem.
O motorista acabou chamando a polícia, que também tentou convencer a mulher a se deslocar para a parte traseira.
Homens ultraortodoxos tentam impedir o ônibus de seguir viagem em Israel. | Foto: Arquivo pessoal Tanya RosenblitApós a discussão, os policiais instruíram o motorista a prosseguir e disseram que quem não concordasse com a decisão "poderia descer do ônibus". Vários dos passageiros ultraortodoxos saíram do veículo, e o ônibus finalmente partiu para Jerusalém.
Fotos do incidente no ônibus foram divulgadas pela engenheira no Facebook e na imprensa
Depois que a engenheira divulgou a história no Facebook, o incidente rapidamente virou notícia nos principais veículos de comunicação no país.
A imprensa comparou Tanya à ativista americana Rosa Parks, que, em 1955, negou-se a ceder seu lugar no ônibus a um branco, episódio que virou símbolo da luta contra a segregação racial nos Estados Unidos.
A história de Tanya ocorre em meio a uma polêmica crescente em Israel, causada pela exclusão das mulheres de espaços públicos, imposta por ultraortodoxos.
Em Jerusalém, onde grande parte da população é religiosa, não se vê mulheres em outdoors, nem mesmo em propagandas de roupas femininas.
Várias estações de rádio religiosas não transmitem vozes femininas cantando, pois, segundo os preceitos ultraortodoxos, a mulher tem uma voz "obscena", podendo cantar apenas dentro de sua própria casa.
Algumas estações de rádio também pararam de transmitir vozes de mulheres falando.
Na semana passada, homens ultraortodoxos impediram mulheres de participar em uma eleição de lideranças comunitárias, no bairro religioso de Mea Shearim.
Depois que a história de Tanya Rosenblit chegou à mídia, a questão da segregação das mulheres foi discutida na reunião semanal do gabinete israelense.
O primeiro ministro, Binyamin Netanyahu, declarou que "o espaço público deve permanecer aberto e seguro para todos os cidadãos".

quarta-feira, 26 de maio de 2010

As relações do Brasil

O Brasil mantém relações com um país que não assinou o tratado de não proliferação das armas nucleares e desrespeita decisões da ONU, além de manter um arsenal com armas atômicas.
Esse país é...
(  ) Irã
(  ) Paraguai
(  ) Israel
Quem acertar, ganha uma bomba atômica caseira made in Irã