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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Aleijadinho: morte de artista mineiro completa 200 anos












Edgard Matsuki - Portal EBC

Nesta terça-feira (18), a morte de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, completa 200 anos. Considerado um dos maiores gênios da arte mundial, o artista plástico morreu no dia 18 de novembro de 1814. Nascido em Ouro Preto (Minas Gerais), Aleijadinho ficou conhecido por suas esculturas e obras entalhadas em pedra que são patrimônios históricos da humanidade.
Por ter se tornado famoso apenas após a sua morte, muito da biografia do artista se perdeu no tempo. Nem ao mesmo se tem certeza de sua data de nascimento. A versão mais aceita (retirada da sua certidão de óbito) aponta o nascimento em 1738. Porém, a biografia do artista, escrita em 1858 por Rodrigo José Bretas, apontaria que seu nascimento teria acontecido no ano de 1730.
Aleijadinho tinha este apelido por causa de uma doença degenerativa que começou a se manifestar, segundo Bretas, no ano de 1777. Nem mesmo a limitação física após a doença (Aleijadinho perdeu dedos das mãos e dos pés enquanto ainda estava na ativa) fez com que ele deixasse de criar obras históricas.
Apesar de ter o nome ligado ao estilo barroco, Aleijadinho caminhou muito mais próximo ao estilo rococó. Entre as obras de maior destaque do artista estão a Igreja São Francisco de Assis (em Ouro Preto), a obra Passos da Paixão e a obra 12 Profetas, que estão no Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, na cidade de Congonhas do Campo (MG).
Para relembrar a trajetória do artista plástico, o Programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, fez um especial que foi ao ar no último dia 13. No vídeo abaixo, você pode ver um pouco a mais da vida, obra e legado de um dos maiores brasileiros de todos os tempos.


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Ação de grafite colore região do Beira-Rio para a Copa

Em: Catraca Livre

Iniciativa tem o objetivo de valorizar os espaços públicos e integrar os jovens através da arte urbana

O Coletivo Urbanóide está desenvolvendo, na região ao redor do estádio Beira-Rio, a ação de grafite “Todos os Povos, Todas as Cores, Nossa Cultura“.
O objetivo é valorizar os espaços públicos e integrar os jovens através da arte urbana. A iniciativa teve início dia 24 de maio, na área externa da academia de samba Praiana, ao lado do estádio Beira-Rio. Nos dias 25 e 26, os pilares do antigo Aeromóvel, na praça Júlio Mesquita, no Centro, receberam formas e cores resultantes do trabalho de 30 artistas do Estado e do país.
Joel Vargas/ PMPA
Joel Vargas/ PMPA
Mais de 30 artistas do Estado e do país participam da iniciativa
Durante esta semana, os painéis na Praiana devem ser finalizados e colocados ao longo das avenidas Edvaldo Pereira Paiva e Padre Cacique, na região do estádio Beira-Rio.
Artistas paulistas, mineiros e gaúchos
Nos dias 30 e 31 de maio, a grafitagem acontece na segunda parte do Túnel da Conceição, no sentido Centro-Bairro. Na semana seguinte, é a vez do Terminal Triângulo, na zona norte da Capital, receber o projeto. No segundo semestre, os painéis utilizados na região do Beira-Rio devem ser exibidos em uma exposição itinerante nas universidades de Porto Alegre, integrando a 1ª Bienal da União Estadual dos Estudantes, UEE.
Participam do projeto os paulistas Lelin, Vespa e Graphis, que se juntam aos mineiros Hyper, Ed Mun e Fhero. Também estão presentes os gaúchos Allan, Paçoka, Alvo, Peixe, Mon, True, Mari, Jamaikah, Lidia, Grazi, Bizzaro, Lucas-NLC, Turski, Sant, Trampo, Flipmen, Jasom, Bart, Minhoca, Pedrão, Ceaga, Chambinho, Erick, Maick, Primo, Floko, Michel, Porcão, Ana, Kuka, TR, Sabrina, Hauli, HP e Niggaz.
A curadoria é de Lucas Anão, do Coletivo Urbanóide, e Leopoldo Costanzo. A ação é realizada em parceria com a Prefeitura de Porto Alegre, através da Secretaria Municipal da Juventude, SMJ, e com a UEE. O evento conta com o apoio da Secretaria Extraordinária da Copa, Secopa, e da Secretaria Municipal de Gestão.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A INCRÍVEL ARTE AMADORA DE CUBA

A arte amadora pulsante em Havana é reflexo de uma peculiar situação social, que resulta em um mar de pequenas galerias ao céu aberto.

De: obvious

fotocapa.jpg Fotografia: Felippe Fiori
Cuba é um país recordado por todos devido a sua orientação política, que de fato é uma das suas características mais marcantes, mas não levando em conta o debate sócio-político que sempre vem à tona ao mencionar o país caribenho, vale destacar que este país tem outras peculiaridades interessantes, como o “amor cubano” em produzir arte.
Ao caminhar por Havana Vieja (Velha Havana), centro histórico da capital deste país, além de vivenciar a história ainda pulsante em suas razoavelmente conservadas construções, é possível se deparar, frequentemente, com pequenas galerias de arte ao céu aberto. É muito comum ver estas galerias vendendo dezenas de quadros & telas originais, cada um com a sua técnica e devida inspiração, que na maioria dos casos é a própria cidade de Havana.
foto1.jpgFlippe Fiori
O interessante é a qualidade apresentada pelos artistas cubanos, e que esta qualidade vem mais de sua necessidade do que inspiração, não entendeu? Explico: Cuba é um país cujo salário máximo atinge o valor aproximado de 45 dólares, dependendo do câmbio, assim alguns cubanos acreditam ser mais vantajoso viver de gorjetas que recebem dos turistas, ou da venda de sua arte. Este processo que não é controlado pelo governo, por ser atrativo turístico da ilha. Portanto é trivial encontrar uma engenheira que abandonou a carreira para pintar, cantar ou entreter os visitantes.
Dimensionado este fato, a concorrência pela fabricação de arte é grande, pois se destacar entre um mar de artistas amadores não é fácil, e o resultado disto são excelentes obras. O preço de uma tela, por exemplo, varia de 20 à 80 dólares, tudo altamente negociável.
foto2.jpg Fotografia: Felippe Fiori
Viajar para Cuba em período de férias é uma decisão incomum ainda entre brasileiros, talvez a falta de informação sobre o país e as facilidades de viajar para outros lugares afastem um publico da ilha, mas a singularidade em todos os aspectos é um fator incrível sobre Cuba, além da sua valiosa arte amadora de rua.



segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

"Tomorrow belongs to me"-Cabaret. Um modo de mostrar a psicologia de massas do nazismo

A cena a seguir é uma das mais emblemáticas do excelente "Cabaret" de Bob Fosse. A meu ver, simboliza o modo como a ideologia nazista vai tomando conta das pessoas a partir do apelo à natureza, às belezas da pátria e a um futuro de glória. De início, parece apenas um canto jovial. Como sabemos, os jovens são portadores do futuro, da beleza, da esperança, da força e da pureza. Pouco a pouco cria um movimento de quase todos os presentes aderindo ao canto patriótico e grandiloquente introduzido pela juventude. Ao final da cena, Michael York pergunta ao seu amigo (um membro da burguesia alemã) se ele acha possível controlar aquela gente. Esse é um dos motivos pelos quais quando eu vejo um monte de gente vestindo roupa parecida, cantando as mesmas coisas e supervaloriznado sua pátria (ou seu time, ou seu partido, ou sua cidade...) e valores morais incontestáveis, passo longe.



Conheça a letra da música (tradução mais ou menos)

O sol de verão no prado é quente.
O veado na floresta corre livre.
Mas se reúnem para saudar a tempestade.
O amanhã pertence a mim.
O ramo do linden é frondosa e
Verde,
Reno dá o seu ouro para o mar.
Mas em algum lugar uma glória aguarda invisível.
O amanhã pertence a mim.

O bebê em seu berço  fechando os olhos
Abraça a flor a abelha.
Mas em breve, diz um sussurro;
"Levanta-te, levanta-te",
O amanhã pertence a mim

Oh Pátria, Pátria,
Mostra-nos o sinal
Seus filhos esperam para ver.
A manhã vai chegar
Quando o mundo será meu.
O amanhã pertence a mim!

sábado, 28 de dezembro de 2013

Artistas protestam contra perda de sala no Atelier Livre de Porto Alegre

Secretaria Municipal da Cultura quer dar outro uso a laboratório de artes visuais

Artistas protestam contra perda de sala no Atelier Livre de Porto Alegre Ronaldo Bernardi/Agencia RBS
Abrigado no Centro Municipal de Cultura, o Atelier Livre é um lugar para experimentações artísticasFoto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS
A perda de uma sala destinada a experimentações artísticas no Centro Municipal de Cultura, ainda que temporária, gera protestos de integrantes do Atelier Livre de Porto Alegre.
A destinação da área que funciona como laboratório de artes visuais do ateliê para abrigar uma central telefônica levou a manifestações contrárias de professores e alunos da entidade em e-mails e redes sociais por considerarem a medida uma perda estrutural e de prestígio.
O Atelier Livre é uma escola de arte da prefeitura que oferece cursos práticos, teóricos e realiza atividades como exposições e palestras em diversas salas do centro cultural. A transferência do setor de telefonia para uma delas, chamada Sala X e utilizada por artistas para criar e expor trabalhos desde 2007, tem como objetivo liberar espaço para a coordenação de dança do município, localizada no mesmo prédio. A central seria deslocada para lá em março e permaneceria nesse local pelo período de construção de um anexo no centro de cultura. Depois dessa obra, em um período que pode levar entre seis meses e um ano, seria possível reabrir o laboratório.
– Não queremos perder a sala porque ela contribui para o trabalho didático do ateliê, e muitas vezes o que é temporário se estende – declara a professora Ana Luz Pettini.
Na quinta-feira, a diretora do Atelier Livre, Eleonora Fabre, chegou a informar que a reconfiguração havia sido suspensa. Porém, na manhã de sexta, foi chamada à Secretaria Municipal da Cultura e avisada de que a sala deverá ser destinada à telefonia. A decisão tem sido interpretada por alunos e professores como um desprestígio ao setor de artes visuais.
– Sou obrigada a acatar as determinações da secretaria. Mas não se trata apenas da perda de um lugar físico, e sim de um espaço institucional do ateliê – sustenta Eleonora.
O secretário-adjunto da Cultura, Vinícius Cáurio, afirma que está disposto a discutir o assunto. Mas afirma que, hoje, a transferência temporária é a melhor saída para aumentar a área dedicada à dança.
– As diferentes coordenações da secretaria são coirmãs, e a dança é uma área que está crescendo muito na cidade e tem necessidade de mais espaço para garantir a qualidade do serviço. A mudança é temporária – sustenta Cáurio.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Lila Downs: una guerrera de la música mexicana

Lila Downs: una guerrera de la música mexicana Escrito por  Elizabeth López Corzo/Cubasí

“Me hubiera encantado venir aquí desde hace 10 años. Me siento muy feliz por estar en Cuba”, dice la famosa cantante mexicana Lila Downs, quien ofrecerá el concierto Pecados y Milagros en La Habana.
 Lila Downs desprende energía; no solo se le nota en su rostro alegre y su mirada brillante sino en la naturalidad con que su ánimo nos contagia. Los cubanos la tendremos pronto en vivo, pero ya con los videos que hemos visto basta para saber que se trata de una mujer fascinante e inspiradora, de las que no podemos dejar de mirar cuando se sube a un escenario.
 La energía y espíritu cuestionador de Lila emana de sus canciones. Sus temas son bien pensados y llegan fácilmente al público, ella no concede espacio a una realidad endulzada, pero sí convertida en poesía.
 lila 1

“La metáfora es la que nos saca de la política, dice Lila, en México necesitamos más y más metáfora para sobrevivir porque estamos pasando por momentos muy difíciles”.

En su voz y su forma de actuar se siente Latinoamérica y el México profundo, de donde procede esta oaxaqueña, que se siente comprometida con lo que sucede en su comunidad, en su país, en el mundo.
 “Cuando descubrí a Mercedes Sosa comprendí que podía ser músico y al mismo tiempo creer en algo, apoyar una causa”, declara Lila y agrega que lo mejor del arte es poder convertir un tema oscuro en luz que calma y sana, una vez que el público lo escucha.

Su canto lleva arraigada la causa de lucha por los derechos de la mujer. Para ella la femineidad está en dejar una huella indiscutible de su obra.
 Lila es una estrella, pero es humilde y eso la hace más grande. Ella se emociona con el calor humano, con el aplauso del público, con una sonrisa. Lila es protagonista del reencuentro de la canción tradicional mexicana en el mundo de hoy.

Tu música encuentra la inspiración en las raíces, las tradiciones. ¿Por qué? ¿Esta preferencia tiene que ver con tu experiencia profesional?
 Sí, definitivamente. Yo soy mitad gringa, crecí parte de mi vida en Estados Unidos y yo misma me sentía cohibida y descontenta con mi identidad. En mi adolescencia salí del closet cuando mi padre, que era la parte anglosajona de la familia, murió. Yo me quedé con mi madre, que es una mujer bajita y morenita. Me enfrenté entonces a una realidad que estaba negando. Fue una catarsis. Ahí nació una nueva Lila que pregunta “de dónde vengo”, “por qué soy de este color”. De ahí viene la historia de muchas canciones que he compuesto sobre la emigración y la identidad.

Has dicho que te consideras una guerrera porque la música que haces implica llevar una vida a contracorriente. En un mundo como el de hoy, donde prolifera la difusión de música light o superficial, el público y la crítica te reconocen mucho, has ganado Grammys y un Oscar por tu trabajo. ¿A qué crees que se debe esto?
Creo que ahora el mundo está dando una vuelta hacia las raíces. Siempre ha existido lo predominante y lo alternativo en todas las culturas. Este es un momento interesante para el folclor, aunque lo light también tiene su legitimidad.

¿Cuánto te aporta el trabajo como actriz en tu carrera musical?
 Como dice Baudelaire, todos los músicos somos un poco prostituidos. Actuar es parte de lo que hacemos. Siempre que haya la oportunidad haré lo que me gusta, hasta ahora no he tenido que vender mi alma para lograrlo. (Risas).

¿Qué sientes de especial en la música que has hecho para cine?
El haber participado en los Oscar fue una ventana para nosotros. Como oaxaqueña tenía mucho que ver con Frida Kahlo, la admiro y la respeto. Además tengo el antecedente de mi padre que fue pintor igual que ella.

Generalmente existe una dicotomía entre productores y compositores, sin embargo, tú has asumido ambas tareas…
Lo hemos logrado trabajando con nuestro productor cubano Aneiro Taño;
con él hemos hecho una mancuerna maravillosa, nos respeta mucho. No fue fácil porque él es un músico de escuela y al principio él decía que “esos ritmos indios” no iban a funcionar, pero finalmente ahora nos entendemos, eso me encanta. Ha sido una labor de aprendizaje de las dos partes.
 
Se nota que eres una persona muy alegre, pero en algún momento comentaste que a veces te sientes deprimida. ¿Qué puede entristecer a Lila Downs?
 La indiferencia del ser humano, la soledad, perder a alguien que quiero.

Eres una artista muy influyente en tu país y a nivel internacional. Como ciudadana, ¿cuál sería tu deber?
 Es una responsabilidad para mí hablar y cantar sobre lo que se conoce poco en mi país, el México profundo nos alimenta mucho a los artistas.

domingo, 27 de outubro de 2013

Easy Rider (Sem Destino) - Uma obra para ficar

Tive a oportunidade de assistir Easy Rider (Sem Destino) neste final de semana. O filme já tem 44 anos e é uma grande obra do cinema. Os ainda jovens Peter Fonda, Jack Nicholson e Dennis Hopper nos ajudam a entender o mundo e as ideias envolvidas na contracultura estadunidense, trazendo reflexões válidas até os dias de hoje.
Hopper e Fonda decidem viver livremente, sem amarras e confrontam-se com uma sociedade presa a preconceitos e violenta. O personagem de Jack Nicholson, em um diálogo marcante, define bem o que se passa: as pessoas têm medo do que eles representam: ser livres. Contra aqueles que desejam viver e não apenas falar sobre liberdade, alguns são capazes de matar. Em certo momento, Fonda reflete que aquilo que estão fazendo os levará a lugar algum. O final trágico, súbito e inesperado retrata, de certo modo, as perspectivas de uma geração que acreditou em sonhos vividos individualmente.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Como o ano de 2000 era imaginado em 1910

Um artista francês chamado Villemard produziu no ano de 1910 uma série de ilustrações imaginando como seria a vida em 2000. As ilustrações foram encontradas no na biblioteca nacional da França, e acredita-se que elas eram uma espécie de figurinhas colecionáveis que vinham em alimentos.


 Os barcos voariam. Uma espécie de avião bem imbecil.

 Essas moças estão usando patins motorizados.

 Uma pessoa passa uma imagem que é enviada de outro lugar. bem parecido com o Skype.

 Um aluno coloca livros em uma máquina de moer, e pelo jeito, as informações são transformadas em sinais elétricos que vão para a mente dos alunos.

 Uma incrível máquina que faz uma peça de roupa por vez.

 Carros de guerra em conflito.

 O nome dessa imagem é "curiosidade". Acreditava-se nessa época que a maioria dos animais estariam extintos no ano 2000. As pessoas admiram um cavalo, que na cabeça do artista, seria raro hoje em dia.


               Segundo a ilustração, é um trem elétrico que liga Paria à Beijing.





Um helicóptero sendo detectado por uma torre de comando.



 Uma patrulha e suas bicicletas armadas.



 As pessoas poderiam no ano 2000 ouvir o seu jornal favorito. Já pensou?





















Um policial voador para um avião que está cometendo alguma infração de trânsito aéreo.
 Um banheiro com vários mecanismos, alavancas e engrenagens. A eletrônica era inimaginável nesse mundo mecânico.




















Um arquiteto seria o responsável por uma obra inteira, apenas controlando botões. Um dos botões ativa um auto-falante que solta cantadas para as gostosas que passam na rua. 

domingo, 11 de agosto de 2013

A ironia de ser pai

O fotógrafo Dave Engledow encontrou uma maneira bem peculiar de fotografar os primeiros momentos ao lado da filha. Sempre exibindo sua caneca que o intitula como "o melhor pai do mundo", ele cria situações que contradizem totalmente tal título.
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Confira outras imagens no Facebook do fotógrafo.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Brilhante,veja Star Wars por Cédric Delsaux

em recortes por em 20 de May de 2013 às 15:29
Em "The Dark Lens", série dedicada ao Universo Star Wars, o fotógrafo francês Cédric Delsaux confronta, dentro da mesma fantasia, ficção e realidade.


"Ao longo dos anos muitos artistas têm interpretado Star Wars de maneiras que vão muito além de qualquer coisa que vimos nos filmes. Uma das interpretações mais originais e intrigantes que eu já vi é o trabalho de Cédric Delsaux, que inteligentemente integrou personagens de Star Wars aos flagrantes urbanos." - George Lucas














































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