sábado, 4 de setembro de 2010
Te prepara Tarso!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Fácil de entender, difícil de aceitar

É difícil aceitar, mas é fácil entender. O PT vive um isolamento partidário e social difícil no RS. O medo da "competência" (competir, competir e nunca ganhar) fez acender a luz amarela e os dirigentes petistas partirem para a análise de todas as possibilidades. Ninguém gosta de concorrer sem chance de ganhar (o PSTU não conta).
Tem muita água pra correr opr debaixo da ponte. Porém, não adianta vir com a conversa de "aliança programática", "projeto comum a longo prazo" e essas coisas bonitas, corretas e que fizeram tanta gente se encantar com o PT. Os trabalhistas tem um senso de oportunidade bem mais objetivo e pragmático.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
PIlatos vem aí I

terça-feira, 14 de julho de 2009
Despiroqueou de vez
As consequênicas podem ser duas, não excludentes:
a) Impulsionar a candidatura de Tarso como o candidato "anti-Yeda", cacifando para o segundo turno. Se o intelectual orgânico encarar com tranquilidade e sem responder com rompantes irônicos ou agressivos, pode se aproveitar da situação;
b) estabelecer, desde já, uma polarização "Yeda x Tarso", assim como foi feito com Antônio Britto. A população, bombardeada com o discurso de "paz no Rio Grande", pode procurar um "pacificador", que não entre nessa polêmica e vá para o 2º turno contra Tarso, reunindo todos os apoiadores daquela coisa estranha chamada antipetismo.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Habemus candidato
Há possibilidade de vitória? Sem uma aliança com algum partido de expressão eleitoral, acho pouco provável, por mais que as pesquisas, neste momento, digam diferente. O efeito Lula/Dilma pode beneficiar o PT e os aliados que ele conseguir reunir. A coalização vencedora parece muito autoconfiante na capacidade de vencer sozinha. Grandes vitórias se constróem, também, de convicções fortes. O PT quer assim e votou por isso. Voltando ao Millor, "é melhor ser pessimista que otimista". Torço para estar errado.
No encontro de Porto Alegre apenas uma resolução foi a votação. Entre outras coisas, propunha que não se negociasse a sucessão da Prefeitura para 2012. A proposição foi fragorosamente derrotada. Por quê?
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Lá embaixo
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Lógica cartesiana
Discorde-se das posições políticas, mas não se desfaça do raciocínio lógico da maioria nacional da direção do PT. O pensamento é simples: a sucessora pode ser eleita, mas encontrará dificuldades. O PT sozinho, no RS, tende a perder mais uma. A sucessora terá tanto mais facilidade quanto mais amplo o leque de alianças. Particularmente no RS, estado de referência da candidata, o grande aliado nacional tem tudo para ficar “neutro”,tucanar, ou, no máximo, dividir-se. Isso é ruim para a sucessora, que pode amargar uma derrota em sua terra. Unindo-se PT e PMDB, evita-se a derrota do PT, possibilita-se a presença no governo do estado, derrotando a candidata tucana e, possivelmente, garantindo maioria de votos para a sucessora, compensando as dificuldades de São Paulo e Minas.
Como diria Garrincha: é preciso avisar os russos, mas o raciocínio tem lógica. Acho que não funcionará. O que pensaria o nosso intelectual orgânico e pré-candidato sobre essa aliança no RS, caso fosse ele o candidato nacional? Deixa pra lá, vamos pensar noutra coisa.