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sábado, 16 de outubro de 2010

Hospital Eliseu Santos? Vete senhor Prefeito

A decisão da Câmara Municipal de Porto Alegre de dar o nome de Eliseu Santos ao HPS é totalmente inapropriada. Pior, é absurda. As circunstâncias que levaram ao assassinato de Eliseu Santos ainda não foram esclarecidas e é bom lembrar que, durante a gestão de Eliseu, sobraram denúnicas comprovadas de sucateamento do hospital.
O nome de Eliseu Santos não significa nada na longa história do HPS. Quando muito, depois de esclarecido o seu assassinato, poderia denominar um postinho de saúde.
A decisão da Câmara Municipal parece mais um daquelas em que os parlamentares resolvem não votar contra para não ficarem de mal com o colega e entregam ao Prefeito a tarefa de dizer não. Isso, se o prefeito realmente vetar, o que eu espero que aconteça.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Ah, a nossa polícia....

Nem bem as investigações haviam começado, nossa polícia concluiu que o assassinato de Eliseu Santos era latrocínio. O MP resolveu ir mais a fundo, indicou que se tratava de uma possível execução e a nossa polícia ficou braba. Agora, o chefe de polícia "se auto aposenta". Diz-se que um dos motivos foi a incapacidade de encontrar a própria pistola.
Tá bem a nossa polícia!
Ainda bem que o Bisol já saiu de circulação, senão iria levar a culpa.
Pra mim, só se salva o delegado José Renato.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O pulso do Índio, a morte do Eliseu e o PRBS

Parece incrível, mas o setor de investigações do PRBS foi mais diligente e preocupado em saber como é que o jogador Índio cortou o pulso do que em saber as causas do assassinato do Eliseu Santos.
Diferente do caso Eliseu, os repórteres não se contentaram com a primeira explicação, foram atrás de outras informações e de pessoas que pudessem da mais detalhes sobre o incidente.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

MP X PC

O debate entre Ministério Público e Polícia Civil pode, se bem conduzido, resultar em ganhos reais para a cidadania, além do esclarecimento da morte de Eliseu Santos. Vai ser difícil nossa mídia (que já havia embarcado na tese do latrocínio) cobrir a discussão com o necessário espírito público, mas... quem sabe?
Questões como garantias de direito, investigação rigorosa, relação com a imprensa e outras coisas poderiam ser tratadas como algo de interesse geral da sociedade e parte da política de segurança pública.
A Rainha de Copas já entrou em campo no debate. Confia na Polícia Civil e disse que tanto a PC quanto o MP estão "sob o guarda chuva do governo".
O PRBS, que defendeu a tese do latrocínio, agora faz reportagens sobre o sucateamento da Polícia. Há uma contradição nisso tudo. A mídia e o mundo todo reconhece que a PC não está bem equipada, mas assume imediatamente a primeira versão para um caso que exige investigação maior, em função de toda a situação da vítima.
Por fim, uma pergunta: por que será que um promotor de justiça inspira mais confiança que um delegado de polícia?

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Esse Ministério Público...

O Ministério Público resolveu desconhecer a rápida investigação e as conclusões tiradas pela polícia e pelo PRBS. Em vez de concordar com tentativa de roubo seguida de morte, o MP ofereceu denúcia da morte do ínclito Eliseu Santos como resultado de uma encomenda. Agora, só falta as novas investigações encontrarem algum policial envolvido nisso tudo.
Esse Ministério Público... Por que não faz o mais fácil que é concordar com a Polícia Civil e o PRBS? Daqui a pouco vão querer investigar se não houve nenhum problema na execução dos contratos entre a Prefeitura e a "Reação". É só o que falta.

sexta-feira, 5 de março de 2010

PRBS, todo o dia apronta uma

1)Ontem, o boletim do PRBS "descobriu", que a pessoa que Eliseu Santos afirmou ter matado está viva. O boletim desencavou um caso acontecido há alguns anos atrás, quando o falecido feriu o pé de outra pesosa, em uma briga de trânsito. Isso até eu sabia. Saiu no jornal e tudo. Difícil é imaginar que o próprio Eliseu não tivesse conhecimento do desenrolar de um fato que foi matéria de jornal. Não seria o caso de se perguntar se a pessoa citada por Eliseu não era outra?
Porém, na cruzada de beatificação de Eliseu Santos, o boletim resolveu encerrar a questão e dizer que o coitado havia se enganado. Afinal, coisa tão simples matar uma pessoa...
2)Hoje, na rádio do PRBS, Ana Amélia, ao entrevistar Marco Aurélio Mello sobre a manutenção da prisão de Arruda, decidida no pleno do STF, quis saber do ministro se a Polícia Federal não deveria entrar na invetigação e combate aos assaltos à banco no Rio Grande do Sul. O Ministro falou o óbvio. Esse tipo de crime é de competência das polícias estaduais. Aonde queria chegar a musa do agronegócio gaúcho? Só falta colocar a culpa dos roubos a banco na PF e no Lula.
Tô cansado dessa gente.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Eliseu, primeiro os meus. O tempo esquenta e o cara sai de férias

 









Agora que a falcatrua do Sollus apareceu o Dr. Eliseu desapareceu. Deveria ser o primeiro a suspender as férias e ficar à frente da situação.
Mas não há d eser nada. O blog Discuta Política divulgou a lembrança que o Dr. deixou. Um marcador de página identificado com as marcas do Govenro Municipal e do SUS, com a carona do sujeito. Pra mim (e para a Constituição Federal), isso é absoluta promoção pessoal com recursos públicos.
Esse sujeito não tem jeito.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Eliseu, Maurício e Marco Bernardes

O escândalo que estourou na Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre ficou ofuscado pela soma dos escândalos estaduais. O boletim do PRBS toca no assunto em rodapé de página par. Mas a coisa é mais séria. O empresário envolvido na trama disse explicitamente que era extorquido e que financiou a campanha do Maurício. Mas a bancada fogacista, evidentemente, acha que não é motivo para CPI. O secretário da SMOV, aliás, disse que vai processar o PT por manipular o empresário! Pilatos mandou exonerar o Marco Bernardes, que é a pessoa diretamente envolvida. Manteve o Secretário da Saúde e o da SMOV. Esse é o método Pilatos. Aconteça o que acontecer, vai dizer que nada é com ele e que fez o que tinha de fazer. A bancada fogacista vai ouvir as acusações da oposição com os ouvidos de quem tem maioria e não dá satisfações a ninguém. Enquanto isso, o namoro entre PT e PTB para o Governo do Estado vai se complicando. Êita turminha difícil!