segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Onde se lê... leia-se


Onde se lê: O grupo está unido, leia-se: Ninguém se suporta naquele time.
Onde se lê: O técnico está prestigiado, leia-se: O técnico está por um fio.
Onde se lê: Não nos guiamos por pesquisas, leia-se: Estamos mal nas pesquisas.
Onde se lê: As pesquisas estão manipuladas, leia-se: Estamos mal nas pesquisas.
Onde se lê: Até as pesquisas indicam nosso favoritismo, leia-se: Estamos bem nas pesquisas.
Onde se lê: A democracia não corre riscos, leia-se: Alguém ameaça a democracia.
Onde se lê: A camapnha está em alto nível, leia-se: Já tão vindo com baixaria.
Onde se lê: Vencemos o debate, leia-se: Não me importa quem venceu o debate.

Entrevista com Paulo Paim

Não concordo com tuto o que o Paim disse, mas vale a pena conhecer o que ele pensa.
Paim pretende aprovar projetos que encaminhou
O senador Paulo Paim (PT) já apresentou mais de mil projetos nos 24 anos em que está no Congresso Nacional. Boa parte deles se tornou lei quando era deputado federal e nos últimos oito anos, no Senado. Mas o petista vai buscar a reeleição para trabalhar pela aprovação de outras propostas suas. Ele destaca como principais a extinção do fator previdenciário e o fim do voto secreto no Legislativo nacional.

Nesta entrevista ao Jornal do Comércio, Paim também fala de sua estratégia de campanha, da crise ética no Senado e do que pensa sobre as reformas política e tributária. Na questão fiscal, o parlamentar aponta como principal medida a desoneração da folha salarial, para permitir a criação de mais empregos.

Jornal do Comércio - Por que concorrer à reeleição?
Paulo Paim - Tenho mais de mil projetos apresentados. Na campanha não direi “vou fazer, vou apresentar, vou defender”. Tudo está tramitando no Senado. Com tantos projetos e a minha forma de trabalho no Senado, dialogando com os 81 senadores e tendo uma relação boa também na Câmara dos Deputados, entendi que a melhor forma de ajudar o nosso povo é ficar por mais um mandato. Mas é o último. Não quero me eternizar.

JC - Mas o senhor vai cumprir os oito anos?
Paim - Vou. Tenho uma relação muito boa com os outros dois senadores (gaúchos), (Pedro) Simon (PMDB) e (Sérgio) Zambiasi (PTB). Simon falou na tribuna uma frase que gosto de repetir: “Paim, o Senado era um antes de você chegar e é outro agora, depois que você trouxe a questão social”. Ele disse ainda: “Tem dois votos para o Senado. O PMDB já escolheu um (Germano Rigotto). O meu segundo voto vou anunciar no momento adequado. Mas não vou anular”.

sábado, 7 de agosto de 2010

Primo de Ronaldo Caiado mantinha trabalho escravo

Fiscalização encontrou 26 pessoas em condições análogas à escravidão na Fazenda Santa Mônica, no município de Natividade (TO). Imóvel rural pertence a Emival Ramos Caiado, primo do deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO).
Lei mais no Repórter Brasil
Só falta o Caiado dizer que é perseguição do PT contra os pobres ruralistas.

Dialógico: Conselho Curador da EBC abre consulta pública sobre programas de cunho religioso

A consulta foi motivada por reclamação de telespectadores enviada à Ouvidoria da empresa, tendo resultado em um parecer da Câmara de Educação, Cultura, Ciência e Meio Ambiente do Conselho Curador, que indicou a substituição dos atuais programas por um programa sobre o fenômeno da religiosidade no Brasil, de um ponto de vista plural, assegurada a participação a todas as religiões.
Atualmente, a TV Brasil exibe o programa “Reencontro”, produzido por igreja de orientação evangélica, aos sábados; e os programas “A Santa Missa” e “Palavras de Vida”, de orientação católica, aos domingos. Já a Rádio Nacional de Brasília transmite aos domingos celebração de missa de orientação católica. Tais programas são originários das emissoras que foram absorvidas pela EBC após a sua criação e a aprovação da Lei nº 11.652/2008, que regulamenta o Sistema Público de Comunicação.
A consulta terá a duração de 60 dias, se encerrando em 04 de outubro de 2010. Podem participar tanto pessoas físicas quanto organizações da sociedade civil, que devem enviar suas contribuições e os documentos necessários por via postal ou email.
Todas as informações sobre a Consulta Pública – como o edital publicado no Diário Oficial da União e o parecer da Câmara de Educação, Cultura, Ciência e Meio Ambiente sobre o tema – podem ser obtidas no link: http://www.ebc.com.br/conselho-curador/consulta-publica
Comunicação Social EBC
(61)3799 5231/5232

Nos olhos da esperança

O autor pediu que eu divulgasse. Achei o documentário interessante. Veja e tire a sua conclusão, clicando aqui.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Ouçam o novo jingle de Serra

Eliseu Padilha, o primeiro Ficha Limpa do RS!!!!!!!!!!!

Foto meramente ilustrativa, sem relação com a postagem

Acreditem, o impoluto Eliseu Padilha foi o primeiro político gaúcho cadastrado no site Ficha Limpa!
Pois é.....

Tem médico que receita assim...

Achei bem humorado, mas se o Simers achar que isso atenta contra a categoria, o original foi publicado no Com Texto Livre.

1 - Se você não sabe o que tem, dá VOLTAREN;

2 - Se você não entende o que viu, dá BENZETACIL;

3 - Apertou a barriga e fez 'ahhnnn', dá BUSCOPAN;

4 - Caiu e passou mal, dá GARDENAL;

5 - Tá com uma dor bem grandona? Dá DIPIRONA;

6 - Se você não sabe o que é bom, dá DECADRON;

7 - Vomitou tudo o que ingeriu, dá PLASIL;

8 - Se a pressão subiu, dá CAPTOPRIL;

9 - Se a pressão deu mais uma grande subida, dá FUROSEMIDA!

10 - Chegou morrendo de choro, ponha no SORO.

...e mais...

Arritmia doidona, dá AMIODARONA...

Pelo não, pelo sim, dá ROCEFIN.

...e SE NADA DER CERTO, NÃO TEM NEUROSE...
...DIGA QUE:
É SÓ ESSA NOVA VIROSE!!!

Não comento pesquisas nem futebol

 








Como vocês todos sabem, não comento pesquisa nem futebol, mas...
QUE ALEGRIA!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Direito de resposta não é censura

Por Ricardo Kotscho em 5/8/2010  
Reproduzido do blog do autor, 4/8/2010
Antes de ir para o aeroporto pegar um vôo da Gol, sobrou um tempinho para dar uma rápida atualizada no Balaio e escrever sobre um tema que está nas colunas e nos blogs políticos de terça-feira (3/8). Trata-se da decisão do Tribunal Superior Eleitoral de dar à campanha da candidata Dilma Rousseff direito de resposta na revista Veja, que encampou as acusações do deputado Índio da Costa, vice de José Serra, sobre as ligações do PT com as Farc e o narcotráfrico.
Sob o título "Compulsão pela censura" [ver abaixo], o colega Fernando Rodrigues, por quem tenho o maior respeito, critica a decisão do TSE em sua coluna na página A2 da Folha de S.Paulo. Permito-me discordar dele e de outros colunistas e blogueiros que consideram o direito de resposta um ato de censura.
Não penso assim. Da mesma forma que defendo a liberdade de imprensa e de expressão, entendo que o direito de resposta é o outro lado da medalha. Se nós, jornalistas, podemos hoje livremente tratar de qualquer assunto, um direito assegurado pela Constituição, também o cidadão, o partido, a entidade ou a empresa que se considerar prejudicado ou ofendido com a matéria deveria ter assegurado o direito de se defender, contestar as informações e manifestar a sua opinião.
Censura é quando algum poder do Estado proíbe previamente um veículo de publicar uma notícia, como acontece faz mais de um ano com o Estado de S.Paulo, impedido pelo Judiciário de escrever a respeito de acusações feitas ao empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado. Isto é um absurdo, uma arbitrariedade, algo que faz lembrar os tempos da ditadura militar.
Direito sagrado Outra coisa bem diferente é qualquer pessoa reivindicar o direito de resposta, após a publicação de determinada matéria, uma instituição democrática que nem todos os veículos respeitam. "Manda uma carta", já ouvi de muitos editores, mas nem todos a publicam dentro de um prazo razoável capaz de evitar danos.
Fernando Rodrigues lembra, com razão, que as eleições no Brasil ainda têm como base o Código Eleitoral produzido em 1965 pela ditadura militar e daí conclui que "há um fio condutor nas regras em vigor: a compulsão pela censura, pela limitação da livre expressão".
Muito se tem falado e escrito ultimamente sobre os perigos que rondam as nossas liberdades, em especial com a volta da velha discussão sobre o "controle social da mídia", um jargão que não quer dizer nada e é inexequível num regime democrático. Na prática, porém, nada sustenta estes temores, com a honrosa exceção do caso do Estadão.
Na sua coluna, Rodrigues conclui que "com uma lei dessas, não é à toa que o TSE julgue necessário dar direito de resposta a políticos que se sentem injuriados quando citados numa reportagem da revista".
Por que não seria necessário? Não só políticos, mas qualquer eleitor que se sentir injuriado com o que se publica a seu respeito deveria ter este direito, para mim tão sagrado quanto a liberdade que a imprensa conquistou. Nós não somos donos da verdade. Deveríamos todos ser iguais perante a lei, com iguais direitos. Como se dizia antigamente, quem fala o que quer precisa aprender a ouvir o que não quer.