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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Saiu no Blog da Rosane Oliveira



Em entrevista coletiva que terminou há pouco, o PSOL apresentou nove supostas denúncias contra o governo Yeda Crusius. O partido afirma ter tido acesso a provas, em gravações em vídeo e áudio de testemunhas, que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal.
Parte das denúncias são da suposta distribuição de dinheiro irregular durante a campanha eleitoral de Yeda Crusius, em 2006. R$ 500 mil teriam sido repassados pela empresa Mac Engenharia (cujo proprietário é citado na investigação da Operação Solidária) para Lair Ferst (réu na Operação Rodin), para o ex-secretário Delson Martini e para o marido da governadora, Carlos Crusius. Dessa reunião teriam participado também Aod Cunha, Chico Fraga e Rubens Bordini.
Luciana Genro afirmou, também, que o deputado José Otávio Germano teria sido gravado entregando R$ 400 mil para ser utilizado no segundo turno da campanha de Yeda Crusius.
Outras gravações que o PSOL diz ter obtido acesso também mostrariam o lobista Lair Ferst repassando R$ 400 mil informalmente para um corretor de imóveis. Segundo Pedro Ruas, o vídeo detalharia toda a negociação da compra da casa da governadora.
O PSOL também diz ter provas da distribuição de um suposto "mensalinho" distribuído por uma assessora de Yeda e pelo ex-secretário Delson Martini a pessoas que Pedro Ruas não soube precisar.
Ruas e Luciana garantiram ter visto os vídeos e escutado as gravações. O vereador diz que ficou impressionado com a qualidade das gravações, que teriam sido feitas por Lair Ferst com uma câmera escondida.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Devagar família Crusius






As declarações do Senhor Crusius acerca da responsabilidade da oposição ao Governo Yeda pelo suicídio de Marcelo Cavalcante beiram a insanidade. Aliás, a carta da Governadora ao Paulo Santana e as entrevistas que a mesma senhora tem concedido aos mneios de comunicação revelam que a insanidade está se abatendo sobre a família inteira.

O ex-motorista de Luiz Roberto Ponte foi elevado à pomposa posição de "embaixador" do RS em Brasília. Prestou muitos serviços ao PSDB. Em meio à crise do Detran, foi defenestrado e acolhido em um gabinete parlamentar. Ou seja, diferente de muitos que perdem seus empregos, estava empregadíssimo e dirigia um modesto Corolla. Se teve uma crise depressiva e buscou a morte, não há de ser pela atitude da oposição que, corretamente exige a apuração dos fatos. O Sr. Crusius já pensou na hipótese de Cavalcante estar deprimido pelo tratamento que recebeu da cúpula do seu partido e da Governandora a quem tanto serviu? Só espero que vicular a depressão de Cavalcvante a atos da Governadora não seja interpretado pela criativa família a uma acusação de homicídio.

Cá pra nós, o casal se merece...